RAFAEL ARBEX/ESTADÃO
RAFAEL ARBEX/ESTADÃO

Young the Giant está longe de ser a salvação do rock

Banda faz um pastiche divertido de seus antecessores mais conhecidos

Alexandre Bazzan, O Estado de S. Paulo

29 Março 2015 | 20h59

O Young the Giant é o elo perdido do indie rock. Enquanto Strokes, Libertines e Hives lutavam pra salvar o rock, Killers e Phoenix botavam o pessoal para dançar e Kings of Leon e Beirut recuperavam coisas do folk e country, eles passaram completamente incógnitos.

Agora os californianos usam um pouquinho de tudo que seus antecessores, agora meio no ostracismo, faziam para ter o tipo de sucesso logo abaixo do radar do mainstream.

A fórmula dá certo, os fãs dançaram e aplaudiram. Quando o vocalista, Sameer Gadhia, pediu para a plateia cantar junto o hit Cough Syrup, a resposta foi automática.

O show pode ficar tedioso em alguns momentos para quem não é fã de carteirinha, mas a oportunidade de tocar à noite fez com que a banda aproveitasse bem as luzes e o telão com animações bonitas e simples.

Assim como Strokes e companhia, eles não vão salvar o rock, mas quem disse que o rock precisa de salvação? 

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