Yoko Ono adere a campanha por libertação das Pussy Riot

A militante pacifista Yoko Ono aderiu na sexta-feira aos apelos pela libertação de três integrantes da banda feminina Pussy Riot, da Rússia, condenadas a dois anos de prisão por fazerem uma "oração punk" contra o presidente Vladimir Putin numa catedral moscovita.

Reuters

21 de setembro de 2012 | 17h28

"Acho que o Pussy Riot se mantém firme na sua crença pela liberdade de expressão, e deixa todas as mulheres do mundo orgulhosas", disse Ono a jornalistas em Nova York, ao lado do marido e da filha de quatro anos de uma das artistas presas.

Ela concedeu às três mulheres - Nadezhda Tolokonnikova, Maria Alyokhina e Yekaterina Samutsevich - um prêmio em dinheiro que leva o nome do seu falecido marido, o Beatle John Lennon.

Muitas outras personalidades mundiais - da cantora Madonnna à líder de oposição birmanesa Aung San Suu Kyi - já manifestaram apoio à libertação das integrantes da banda.

O marido de Tolokonnikova, Pyotr Verzilov, recebeu o prêmio em nome das três, e contou que nesta semana ele e a filha visitaram Tolokonnikova na prisão pela primeira vez em seis meses.

Ele disse que a menina levou para a mãe um desenho no qual planeja a fuga dela. "Ela quebra os muros da prisão e ajuda Nadia a escapar", contou.

(Reportagem adicional Sharon Reic)

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