Steve Marcus/Reuters
Steve Marcus/Reuters

Viúva de Chester Bennington fala pela primeira vez sobre a morte do marido: 'Perdi minha alma gêmea'

Talinda Bennington publicou comunicado oficial em sua conta no Twitter

O Estado de S.Paulo

28 de julho de 2017 | 16h20

Talinda Bennington, viúva de Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, falou nesta sexta-feira, 28, pela primeira vez sobre a morte do marido. O músico foi encontrado morto em sua casa na Califórnia, nos Estados Unidos, na semana passada. "Há uma semana perdi minha alma gêmea e meus filhos perderam seu maior herói. Tivemos uma vida de conto de fadas e agora ela se transformou em uma tragédia de Shakespeare. Como faço para seguir em frente? Como faço para recolher minha alma despedaçada?", diz o comunicado oficial feito por ela no Twitter.

No texto, Talinda diz ainda que encontra forças no desejo de criar as crianças com todo o amor. "Quero que os fãs no mundo todo saibam que nós sentimos seu amor. Sentimos sua falta também. Meus filhos são tão jovens para perder o pai. E eu sei que vocês vão ajudar a manter a memória dele viva".

Talinda encerra o texto pedindo solidariedade em momentos difíceis: "Que Deus abençoe todos nós e ajude-nos a recorrer uns aos outros quando sentirmos dor. Chester queria que fizéssemos isso. Descanse em paz, meu amor".

Morte. Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, morreu após se enforcar, informou um relatório divulgado pela polícia de Los Angeles. O cantor de 41 anos foi encontrado morto na última quinta-feira, 20, em sua casa perto de Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos. Chester tinha seis filhos. Ainda de acordo com a polícia, uma pessoa que trabalha na casa do cantor encontrou o corpo. Ele estava enforcado com um cinto pendurado na maçaneta da porta do quarto. Uma garrafa com bebida alcoólica também foi encontrada no mesmo local.

O músico era amigo pessoal de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave, que morreu em maio - também em um suicídio por enforcamento. O vocalista cantou a música Hallelujah no funeral do amigo.

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