Rafael Arbex|Estadão
Rafael Arbex|Estadão

Virada no centro começa com menos público

Espaço circense no Paissandu e Praça da República tinham policiamento reforçado e clima família

Julio Maria, O Estado de S.Paulo

20 de maio de 2017 | 22h39

A Virada Cultural do centro começou neste sábado, 20, visivelmente mais vazia do que em anos anteriores. Os tablados anunciados pela organização tinham, em alguns pontos, estrutura e tamanho muito próximos dos palcos de outras edições. A Praça da República reunia poucas pessoas que acompanhavam o show de Di Melo por volta das 20h30. O ambiente era tranquilo, havia famílias pelas ruas e um policiamento reforçado. 

O Largo do Paissandu estreava um espaço novo, um minicomplexo circense. Três palcos, um de frente ao outro, revezavam na  programação de mágicos, malabaristas e palhaços. Poucas pessoas também nessa área por volta das 21h. 

O tablado das Big Bands, na mesma República, era pequeno para tanto músico, cerca de 15 por grupo, e o som não dava conta da demanda. O piano não saía e o baixo vinha abafado. Na Avenida São João, o novo Palco do Karaokê fazia um sucesso surpreendente, reunindo um público que muito artista não tinha naquele horário.

 

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