Trilha de filme pornô motiva processo contra a Universal

A gravadora Universal está respondendo a um processo judicial de US$ 40 milhões movido pela cantora Connie Francis, de 62 anos. Ela acusa a Universal de, aproveitando-se de fortes traumas psicológicos derivados de um estupro, permitir o uso de quatro músicas suas em filmes pornográficos.Os advogados de Francis argumentam no processo que a Universal sabia de seu trauma quando vendeu quatro canções suas. Ela também acusa a gravadora de não lhe pagar royalties relativos a algumas de suas gravações. A Universal não respondeu às acusações de Connie Francis.Francis foi estuprada e torturada em um quarto de hotel em 1974. Traumatizada, foi internada por várias vezes em clínicas para doentes mentais e chegou a tentar o suicídio, segundo informações contidas no processo. Sua fama foi construída nos anos 50 e 60, com músicas como Who?s Sorry Now e Where the Boys Are.

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