Stuart McDill/Reuters
Stuart McDill/Reuters

Testes rápidos de covid-19 permitem que orquestra de Londres volte a ensaiar

Uma vez por mês, os músicos fornecem uma amostra de muco que é examinada em grupos, chamados de bolhas, pelo Imperial College de Londres, que emite resultados em pouco mais de uma hora

Redação, O Estado de S. Paulo

27 de novembro de 2020 | 11h13

Maxine Kwok, violinista da orquestra mais antiga de Londres, está encantada de ter voltado a ensaiar graças aos exames rápidos de covid-19, que deram aos músicos a confiança para poderem voltar a trabalhar juntos. “Foi muito difícil não tocar durante meses”, disse Kwok, membro da Orquestra Sinfônica de Londres (LSO), depois de ser examinada.

“Mas o momento em que pudemos ter este tipo de exame com esta frequência, o que significa que podíamos voltar ao trabalho e nos sentir à vontade e seguros, realmente fez uma diferença enorme para nós”, disse ela à Reuters.

“Fiquei muito empolgada. Nem consigo descrever, acrescentou ela antes de um ensaio de cerca de 40 músicos, todos com máscaras e ainda observando as regras de distanciamento social.

Uma vez por mês, os músicos fornecem uma amostra de muco cuspindo em um pote pequeno que é examinado em grupos, chamados de bolhas, da DNANudge, uma unidade do Imperial College de Londres, que emite resultados em pouco mais de uma hora.

“O exame da bolha é muito relevante quando você tem organizações que trabalham juntas e precisam voltar ao trabalho”, explicou o professor Chris Toumazou, executivo-chefe da DNANudge, diante do estúdio de ensaio da LSO no leste londrino.

A DNANudge está fornecendo quase 6 milhões de exames rápidos de covid-19 ao Serviço Nacional de Saúde britânico por um preço de custo sem objetivo de lucro, mas também o disponibilizando a pessoas sem sintomas que querem saber se estão infecciosas, como trabalhadores essenciais e viajantes.

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