Angela Weiss/ AFP
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Taylor Swift diz que Donald Trump 'inflama a supremacia branca'

Cantora se manifestou depois que o presidente americano sugeriu que a aplicação da lei poderia permitir atirar em manifestantes indignados com o assassinato de um homem negro pela polícia em Minneapolis

Redação, AFP

30 de maio de 2020 | 17h59

A cantora pop Taylor Swift mirou em Donald Trump nesta sexta-feira, 29, depois que o presidente americano sugeriu que a aplicação da lei poderia permitir atirar em manifestantes indignados com o assassinato de um homem negro pela polícia em Minneapolis.

"Após inflamar a supremacia branca e o racismo durante toda a sua presidência, você tem coragem de fingir superioridade moral antes de ameaçar com a violência?", tuitou Taylor, que tem 86 milhões de seguidores na rede social.

A cantora citou um tuíte polêmico de Trump, em que ele diz: "Quando os saques começam, o tiroteio começa", antes de afirmar: "Votaremos pela sua saída em novembro, @realdonaldtrump."

Trump gerou polêmica com um tuíte publicado tarde da noite sobre os protestos violentos contra a polícia em Minneapolis, em que chamou os manifestantes de "BANDIDOS" e ameaçou com uma intervenção militar.

Centenas de soldados foram mobilizados nas ruas de Minneapolis e St. Paul nesta sexta-feira, após a terceira noite de protestos violentos contra a violência policial envolvendo a população negra.

Nos últimos anos, Taylor Swift abriu suas opiniões políticas, após lutar para controlar a própria voz enquanto artista que conheceu a fama muito jovem. Ela apoiou candidatos democratas no Tennessee em 2018 e já havia criticado o presidente Trump.

 

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