Shows, discos e livros celebram o Dia do Samba

Shows, lançamentos de discos e livros marcam hoje o Dia Nacional do Samba. O gênero tem por certidão de nascimento a gravação de Pelo Telefone, registrada por Donga em 1916, mas a data para celebrá-lo foi escolhida a partir da primeira visita de Ari Barroso a Salvador, muitos anos depois. Há comemorações diversas e, ao longo da semana, livros e discos chegam às lojas. Entre eles, saem as biografias de Zeca Pagodinho (A Vida que Se Deixa Levar, de Luiz Fernando Vianna) e Monarco (Voz e Memória do Samba, de Henrique Cazes); Leandro Braga publica livro de partituras de Dona Ivone Lara (Primeira Dama); e Paulo César Pinheiro lança disco (O Lamento do Samba) e livro de poemas (Clave de Sal - Poemas de Mar).Em São Paulo, que já foi declarada túmulo do samba, o KVA (Rua Cardeal Arcoverde, 2978, tel. 3816-8000) vai abrir seus três salões - café KVA, salão KVA e sala de reboco - para o ritmo, com a participação de Seu Nenê de Vila Matilde, a ala de compositores da Camisa Verde e Branco e a Escola de Samba Tom Maior, entre outros. Um dos destaques é encontro dos rappers da Z´África Brasil com Demônios da Garoa. Na quinta-feira, a casa Traço de União (Rua Cláudio Soares, 73. tel.: 9217-8100) apresenta show do mangueirense Nelson Sargento. E o Consulado da Cerveja (Rua Eduardo Espíndola Filho, 70. tel.: 6971-5656) recebe o partideiro Arlindo Cruz na "feijoada com pagode" do sábado.

Agencia Estado,

02 de dezembro de 2003 | 12h06

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