Seguranças de Madonna são presos em Tel Aviv

A polícia israelense prendeu dois seguranças da estrela pop Madonna hoje, depois de eles agredirem fotógrafos que estavam esperando pela cantora do lado de fora do hotel onde ela está hospedada em Tel Aviv. Dois fotógrafos e um policial que tentou separar a briga ficaram feridos, disse o porta voz da polícia de Tel Aviv, Liat Pearl. "Dois seguranças foram detidos para interrogatório pelo departamento de polícia de Tel Aviv", disse Pearl.A diva pop está em Israel desde quarta-feira participando com outros dois mil adeptos da Cabala, o misticismo judaico, de encontros sobre o tema. A visita de Madonna ao país agitou a mídia local; os jornais diários têm dado páginas com detalhes da suíte do hotel onde ela está e até mesmo com o cardápio de sua comemoração do Ano Novo Judaico. Apesar disso, os jornalistas têm sido mantidos distantes da cantora. A briga começou na noite de hoje (o horário de Tel Aviv é quatro horas à frente do Brasil por causa da diferença de fuso) quando os fotógrafos seguiram Madonna de um restaurante até o hotel. Os guarda-costas da cantora derrubaram um dos fotógrafos e chutaram-no no rosto, antes de atacar o outro, que tentou intervir, de acordo com um cinegrafista da agência Associated Press que estava no local. Madonna já tinha entrado no hotel quando a briga começou. Madonna cresceu como católica mas se interessou pelo misticismo judaico nos últimos anos. Ela adotou o nome de Esther e se recusa a fazer shows no dia sagrado do judeus, o sabá. A estilista Donna Karan e Marla Maples, uma ex-mulher de Donald Trump, estão entre as pessoas que viajaram com Madonna, de acordo com Centro de Cabala de Los Angeles, que organizou a viagem.

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