Segundo atestado, Michael Jackson foi vítima de homicídio

Revisão do documento pelas autoridades americanas denunciam "homicídio por overdose de anestésico"

Efe,

02 de setembro de 2009 | 09h42

O atestado de óbito do cantor americano Michael Jackson foi atualizado com informações da autópsia que indicam a causa da morte como "homicídio por overdose de anestésico", segundo publicou nesta quarta-feira, 2, o site americano especializado em celebridades TMZ.

 

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O documento afirma que o "rei do pop" morreu após uma "injeção intravenosa realizada por outra pessoa" e devido a uma "intoxicação aguda de propofol", um potente anestésico utilizado em hospitais. As investigações para esclarecer se foi cometido um crime na morte de Michael recaem principalmente sobre Conrad Murray, médico particular do cantor e que esteve com ele no dia em que morreu.

 

Murray assegurou em um interrogatório à Polícia que administrou propofol ao cantor horas antes de sua morte e contra de seu critério médico, depois que Jackson suplicasse uma dose deste calmante para pôr fim a sua insônia.

 

A publicação da revisão do documento se deu dois dias antes do enterro de Michael, previsto para as 19 horas (23 horas no horário de Brasília) da quinta-feira, 3, no cemitério Forest Lawn-Glendale, em Los Angeles.

 

O cantor será sepultado em uma cerimônia privada à qual assistirão amigos e familiares mais próximos.

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