'Se não fosse a ioga, estaria presa por assassinato', diz Pink

Em entrevista, cantora americana afirma que fica tão alterada ao volante que seria capaz de 'matar alguém'

Efe,

01 de outubro de 2008 | 11h28

A cantora americana Pink acha que a prática da ioga permitiu que relaxasse e não fosse presa, pois fica tão alterada ao volante que poderia "matar alguém", disse a artista à edição alemã da revista Life&Style que sai à venda na quinta-feira, 2. "Se não fizesse ioga, estaria na prisão há muito tempo. Por assassinato", afirma a polêmica cantora, que também admite ter pensamentos suicidas e ter tido uma namorada aos 13 anos. Pink, de 29 anos, diz no artigo - antecipado nesta quarta pela revista - que poderia se imaginar saindo com uma mulher, mas revela que a única namorada que teve, uma amiga da adolescência, a deixou pelo irmão da cantora. "Não foi uma relação de verdade, só ficávamos de mãos dadas e nos beijamos uma vez. Os meninos me deixam louca", afirma a intérprete de Just Like a Pill e Dear Mr. President. Apesar de ter sido casada recentemente - Pink se separou este ano de Carey Hart -, ela diz que não acredita no casamento como instituição e acrescenta que o seu foi resultado "da vodca". Sobre o futuro, a cantora parece querer abandonar o ar rebelde e se dedicar a uma vida mais hippie: quer abrir um abrigo para animais e dirigir um vinhedo.

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