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RPM corrige informação e diz que baterista Paulo Antônio Pagni não morreu

Fernando Deluqui, do RPM, divulgou um vídeo no início da noite deste domingo dizendo que ao contrário do que a banda havia divulgado mais cedo, Paulo Antônio Pagni está internado em estado grave

Redação, O Estado de S. Paulo

02 de junho de 2019 | 14h13
Atualizado 03 de junho de 2019 | 15h04

Fernando Deluqui, vocalista e guitarrista do RPM, divulgou um vídeo no início da noite deste domingo, 2, chamando de uma "tremenda confusão" a divulgação, mais cedo, por parte da banda, da morte do baterista Paulo Antônio Pagni. O músico, de 61 anos, luta contra fibrose pulmonar. 

Deluqui conta que recebeu uma ligação da clínica São Camilo, de Salto, onde o amigo está internado, dizendo que ele havia morrido. O músico ligou para o médico que acompanha Paulo Antônio, que confirmou a informação.  Ele então passou na casa de P.A., pegou alguns documentos e, quando chegou ao hospital, "para alívio", descobriu que o amigo estava vivo.

 

A notícia da morte foi divulgada pela assessoria da banda, por meio de uma publicação na página oficial do RPM nas redes sociais.

Na nota, a banda pedia compreensão no momento de dor e boas vibrações. "Infelizmente temos a tristeza de anunciar o falecimento do nosso querido e eterno baterista, Paulo Antônio Figueiredo Pagni, o P.A. Nosso irmão partiu poucos momentos atrás, mas seu legado será eternamente lembrado."

No sábado, o ex- vocalista da banda Paulo Ricardo publicou uma foto com o baterista em seu perfil no Instagram com informações sobre a doença. "Ocorre quando o tecido pulmonar é danificado e forma cicatrizes, endurecendo e prejudicando a elasticidade e troca gasosa", dizia. No início da tarde deste domingo, a publicação foi deletada da rede social do cantor.

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