Rolling Stones travam batalha jurídica por shows cancelados na Oceania

O grupo de rock Rolling Stones está travando uma batalha jurídica com uma seguradora por causa de um ressarcimento de 12,7 milhões de dólares para cobrir shows cancelados na Austrália e na Nova Zelândia após a morte da namorada do cantor Mick Jagger, a estilista L'Wren Scott, em março.

REUTERS

11 de novembro de 2014 | 17h20

Uma juíza norte-americana concedeu aos corretores de seguro, que rejeitaram a proposta do grupo, a permissão de investigar o estado mental de L'Wren, que se suicidou em seu apartamento de luxo em Nova York em 17 de março aos 49 anos.

No mês passado, a juíza Brooke C. Wells, do Tribunal Distrital de Utah, nos Estados Unidos, determinou que os corretores podem interrogar Randall Bambrough, irmão de L'Wren, a respeito de seu histórico médico e mental.

Os Rolling Stones fizeram uma apólice de seguro de 23,9 milhões de dólares antes de sua turnê de 2014 na Ásia e na Austrália para cobrir cancelamentos devidos à morte de familiares e outros mencionados na apólice, incluindo L'Wren.

A banda cancelou as apresentações na Austrália e na Nova Zelândia após a morte da estilista.

Os corretores disseram ter rejeitado o ressarcimento porque a morte de L'Wren foi intencional, e não um acontecimento repentino e imprevisto.

“A morte da senhorita Scott se originou, foi atribuída a, ou acelerada por, um problema de saúde para o qual ela tinha recebido ou sido aconselhada a buscar ajuda médica”, afirmaram os corretores, de acordo com os documentos no tribunal.

Os Rolling Stones processaram os corretores em uma ação civil apresentada em Londres, e os corretores afirmam que as informações que desejam obter do irmão de L'Wren são relevantes para o litígio na Inglaterra.

Tudo o que sabemos sobre:
MUSICASTONESBATALHA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.