Fabio Motta/Estadão
Fabio Motta/Estadão

Rock in Rio: Punk-rock cirúrgico do Offspring arrebata multidão na Cidade do Rock

Atração do Palco Sunset em 2013, os rapazes foram promovidos este ano

João Paulo Carvalho, O Estado de S.Paulo

24 de setembro de 2017 | 22h14

RIO - A sétima edição do Rock in Rio realizada no Brasil ainda não chegou ao fim, mas uma coisa já é fato: o festival foi devidamente destinado aos que viveram a adolescência nos anos 2000: Incubus, Fall Out Boy e, na noite deste domingo, 24, o Offspring, comandaram a festa de um público que parecia fadado à juventude por toda a eternidade.

Quem foi adolescente no final da década de 1990 sabe da importância da banda liderada por Dexter Holland para a renovação da cena punk. O vocalista, por sinal, não economizou. All I Want e Come Out and Play foram os cartões de visita para o imponente público que assistia à apresentação na Cidade do Rock.

Depois disso ainda vieram Want You Bad e Americana. A nostalgia de algo que parecia tão próximo voltou à tona quando muitos dos jovens que viam à performance perceberam, de fato, que o tempo havia passado e a síndrome do Peter Pan era pura ilusão.

Com um show cirúrgico e potente, o Offspring só escolheu hits para ilustrar aquele que talvez tenha sido o show mais nostálgico do Rock in Rio. Atração do Palco Sunset em 2013, os rapazes foram promovidos e fizeram bonito. Subiram ao Palco Mundo para mostrar a força do punk e não decepcionaram em nenhum momento. Na balada Gone Away, quando Dexter tocou piano, lágrimas de alguns fãs mais emotivos escorreram. Em Why Don't You Get a Job, o público cantou o hit do início ao fim.

A apresentação terminou com uma trinca poderosa: Pretty Fly, The Kids Aren't All Right e Self Steem.

 

Tudo o que sabemos sobre:
Rock in RioThe Offspring

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.