Fabio Motta/ Estadão
Fabio Motta/ Estadão

Rock in Rio em dias de guerra na Rocinha

O morro fica em São Conrado, zona sul do Rio, rota de quem vai para a Cidade do Rock, na Barra da Tijuca

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

22 de setembro de 2017 | 14h12

RIO - O Rock in Rio não mudará sua programação por conta da guerra de traficantes na favela da Rocinha. O morro fica em São Conrado, zona sul do Rio, rota de quem vai de carro para a Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, zona oeste, saindo de bairros como Copacabana, Ipanema e Leblon. No domingo, 17, a comunidade foi invadida por bandidos que tentam retomar o controle da lucrativa venda de drogas.

É em Copacabana, Ipanema e Leblon que ficam os hotéis mais conhecidos da cidade, lotados pelo público do festival, e também a maior parte dos imóveis locados para o Rock in Rio pelo site Airbnb. Parte dos artistas também se hospeda por lá. Maior atração da noite de hoje, a banda Bon Jovi está no Hotel Fasano, na praia de Ipanema, que recebeu também o Maroon 5.

O festival não informou como os artistas que estão na zona sul serão levados à Barra, uma vez que a Autoestrada Lagoa-Barra, caminho natural da zona sul à Cidade do Rock está fechada, por conta do risco de tiroteios. O Exército está na favela, reforçando a presença policial. As trocas de tiros estão frequentes e a população está encurralada. 

 

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