WILTON JUNIOR/ESTADAO
WILTON JUNIOR/ESTADAO

Rock in Rio: Altos e baixos do primeiro fim de semana do festival

Saiba o que funcionou e o que não foi muito bem nos primeiros três dias na Cidade do Rock

O Estado de S. Paulo

18 de setembro de 2017 | 18h18

O primeiro fim de semana do Rock in Rio 2017 terminou, e agora os fãs tem três dias para descansar antes de voltar à Cidade do Rock na próxima quinta-feira, 21 - Aerosmith é a atração principal desse dia. Mas ainda sobre o primeiro fim de semana, os repórteres do Estadão que cobriram o evento elegeram os pontos altos e baixos do Rock in Rio nesses primeiros dias. Veja a seguir:

SOBE /\

Pontualidade

Shows - Poucos foram tão pontuais quanto este primeiro final de semana do RR

Conceito

Grande parque - Ninguém mais contesta a proposta de ‘fun city’

Novas áreas

Games - A Gamezone é irresistível

Organização

Deslocamento - Mais bem distribuídas, as plateias não se chocam mais quando se deslocam de um palco a outro

Rock Street

Destaque - Espaço é tão bom que tomou o título de ‘concorrente do Mundo’, que pertencia ao Sunset até o ano passado

DESCE \/

Lotação

Transbordou - Ao crescer em tamanho, festival volta a fazer público sofrer com afunilamentos

Som

Vazamento - Som da Rock Street invade o do Palco Mundo, e vice-versa

Programação

Equilíbrio - Fraco o 1.º final de semana

Caro demais

Sanduíches - Os lanches oficiais do Bob’s ao mínimo de R$ 25 (hamburger + batata) poderiam, pelo menos, ser mais caprichados

Atropelo

Produção - Gisele Bündchen esfriou o Rio 40 Graus, da artista carioca Fernanda Abreu, na sexta, 15, levando para si o público do Palco Sunset na hora errada

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