Nato Manzolli
O especialista em Cognição Sonora Jônatas Manzolli, pesquisador musical com PhD na University of Nottingham, no Reino Unido Nato Manzolli

Recordações em forma de canção: nostalgia como refúgio na pandemia de covid-19

Milton Nascimento, Legião Urbana, Guns N’Roses e outros artistas fazem parte da trilha sonora no isolamento social

Camila Tuchlinski, O Estado de S.Paulo

19 de março de 2021 | 15h00

De algum lugar da mente, surgem nossas lembranças. Daquela época em que você jogava futebol com os amigos no campinho do bairro. De quando você se apaixonou pela primeira vez. De um outro momento político do País. E essas recordações, muitas vezes, são revividas em forma de canção. Jônatas Manzolli, especialista em Cognição Sonora, acredita que a música e outras manifestações culturais possam ser um caminho de estabilidade. “As memórias induzidas pela música podem nos curar. Se temos um ‘minúsculo inimigo’, quase invisível, e um caldeirão de notícias falsas e muito sofrimento, a escuta musical pode ser uma forma de desenvolver a nossa musculatura emocional”, enfatiza ele, também pesquisador musical com PhD na University of Nottingham, no Reino Unido.

Para Manzolli, o isolamento social em decorrência da pandemia de covid-19 nos colocou em situação de suspensão dos sentidos. “Aqueles que não são negacionistas se colocaram num exílio voluntário de afetos, amores e abraços distantes. A pressão seletiva de termos que nos reconfigurar em espaços mínimos com informação redundante, todo dia, nos induz a releituras de fatos e memórias. Precisamos ancorar nossas emoções para nos fortalecer e preservar a nossa identidade psicológica”, avalia. No fim do ano passado, fiz uma experiência e comprei uma vitrola. O aparelho, símbolo de uma ‘época retrô’, exala nostalgia do instante em que se coloca o disco até o ruído provocado pela agulha. Ao ouvir as canções da Jovem Guarda e de Johnny Rivers, pude perceber que a disposição de minha mãe, que luta contra ansiedade, estava voltando, aos poucos, mesmo diante da ameaça do coronavírus. De certa forma, lembrar dos bons e velhos tempos, desviando a angústia momentânea, foi terapêutico para ela.

De acordo com um levantamento realizado pelo Spotify, em abril de 2020, a busca por canções nostálgicas cresceu 54% em meio à pandemia do novo coronavírus. A plataforma de streaming também detectou que os usuários começaram a criar mais playlists com temática retrô. Sweet Child O’Mine, de Guns N’Roses, Se?, de Djavan, e Tempo Perdido, do Legião Urbana, foram as mais tocadas.

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“Cantar era buscar o caminho que vai dar no sol. Tenho comigo as lembranças do que eu era. Para cantar nada era longe, tudo tão bom”. Assim dizia Milton Nascimento em Bailes da Vida, de 1981. Porém, o músico jamais imaginaria que, exatamente 40 anos depois, a humanidade, diante da pandemia do novo coronavírus, buscaria refúgio em sua obra durante o isolamento social.

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Erika Godoy tinha sete anos de idade quando ouviu Canção da América pela primeira vez. Hoje, aos 26, consegue recordar detalhes do que viveu na época. “Eu estudava numa escola pública aqui do Rio de Janeiro em que fui muito feliz e tenho amigos dessa época até hoje. Uma professora trabalhou com a gente a Canção da América em uma aula. Me emocionava pela letra e, ao ouvi-la agora, consigo lembrar com riqueza de detalhes daquele momento. Eu era uma criança formando um ciclo de amizades”, afirma a jovem.

No Twitter, Milton Nascimento pediu para que os seguidores relatassem lembranças que tinham como pano de fundo suas canções. “Teve algum momento especial da sua vida que tenha tocado uma música minha? Me conta essa história!”, escreveu na rede social. A publicação teve milhares de curtidas e comentários.

Milton Nascimento, que segue em isolamento social ao lado do filho em Juiz de Fora, Minas Gerais, se surpreendeu com a repercussão. “Quando a gente coloca uma música no mundo, é muito difícil imaginar os caminhos que ela vai seguir. E, quando li as histórias que as pessoas contaram nas minhas redes sobre a relação delas com algumas dessas músicas, foi uma surpresa muito grande. Até comentei com meu filho, Augusto, que fiquei tão feliz de receber esses relatos que, se eu pudesse, gostaria de ouvir pessoalmente cada uma dessas histórias e, mais ainda, poder abraçar todos esses fãs que me escreveram com tanto carinho. É o mínimo que eu poderia fazer diante de tamanha demonstração de amor”, disse o cantor em entrevista ao Estadão.

Além de Milton Nascimento, Erika Godoy tem escutado muita MPB em tempos de pandemia. “Caetano, Maria Bethânia, Chico Buarque, Elis, que é uma herança de minha mãe, que é super fã e me fez amar! Eu sempre coloco uma playlist "MPB anos 70" ou "Tropicália" no streaming e deixo rolando. Tem me ajudado bastante, principalmente porque são composições mais profundas, então me apego àqueles dizeres que me fazem refletir”, afirma.

A jovem também curte o novo álbum do Emicida, AmarElo. “Eu escuto o álbum inteirinho praticamente toda semana (risos). É tipo um antidepressivo musical de doses semanais. É uma obra prima! Tudo toca minha alma: as melodias, as composições... Tudo”, enfatiza.

Assista ao vídeo:

 

Mais exemplos de que as canções podem ser terapêuticas estão em duas áreas que estudam a interação delas com o corpo e o cérebro: a Musicoterapia e a Neurociência da Música. A canção não se manifesta somente através de melodias. Há uma gama complexa de elementos: a letra, a interação entre as notas, as durações que produzem o ritmo, inclusive a ausência de som, ou seja, o silêncio. “É um fenômeno antropológico, sociológico e cultural. Portanto, sem dúvida a música 'mexe' com nossas emoções, porque é plástica e se propaga pelo corpo e mente. Se nos referimos a lembranças, nesse caldeirão de interações e possibilidades entre música, ouvinte e cultura, há uma carga muito forte de associações que estão vinculadas à nossa memória”, afirma Jônatas Manzolli.

Para Leonardo Motta, de 46 anos, a música Coração de Estudante desperta um outro tipo de reminiscência. Aos dez anos, ele a ouviu, de forma sistemática, na época da morte de Tancredo Neves (que foi eleito indiretamente mas não assumiu a presidência da República), em 21 de abril de 1985, momento da transição da ditadura militar para a democracia no Brasil. “A população estava com muita esperança de dias melhores. Foi uma comoção! E "Coração de Estudante" foi como um hino do momento, impossível não se emocionar com as imagens do caixão ao som desta música e por tudo o que representava aquele momento”, diz. “Minha família comentava muito sobre tudo aquilo, éramos de classe média baixa e tudo girava na expectativa de dias melhores. Me traz nostalgia. Lembro das conversas que eu tinha tentando entender o momento e despertando um sentimento de fazer parte do País”, ressalta Leonardo.

A morte de Tancredo Neves em 21 de abril de 1985.

 

Em Coração de Estudante, Milton Nascimento fala sobre o estudante secundarista Edson Luís de Lima, assassinado por policiais militares durante um confronto no Rio de Janeiro, em 1968. A história não é explícita na letra, mas as entrelinhas dão o tom: “Já podaram seus momentos, desviaram seu destino, seu sorriso de menino quantas vezes se escondeu. Mas renova-se a esperança, nova aurora a cada dia”. Em 2021, o brasileiro sente a necessidade de se agarrar a, pelo menos, um resquício de fé.

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O programa Reserva Eldorado, que vai ao ar de segunda a sexta, às 14h, em 107,3 FM, é composto por músicas que fizeram sucesso até os anos 1990 e inspiram nostalgia. Juliana Mezzaroba, produtora da atração, tem o cuidado de fazer uma ordem musical que lembre uma determinada época.

"Quando pego anos 1980, tento pensar em new wave. Ou, o que faço muito, que aí já é uma memória afetiva minha, são  sequências que lembram os filmes da Sessão da Tarde. Essa semana coloquei na rádio um Don't You (Forget About Me), do Simple Minds, do filme Clube dos Cinco. Fico nostálgica de lembrar, principalmente da infância, quando coloco Beatles, Genesis, Phil Collins. E hoje, quando eu programo as músicas, é gostoso lembrar dessa época e as pessoas se identificam", afirma.

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Para a programadora musical da Rádio Eldorado, fazer a curadoria das canções antigas é uma válvula de escape diante da pandemia. "É uma maneira de escapar da ansiedade porque, muitas vezes, pego um disco e fico 'viajando' um tempo através da música. Uma coisa que não fazia antes, mas comecei a fazer, é escolher um artista, por exemplo, Tears For Fears. Programei a banda e vou pesquisar todos os hits deles para ouvir na sequência e ficar viajando no tempo com aquela banda", diz.  

Do outro lado do Oceano Atlântico, mais precisamente em Paris, na França, Joana Carneiro Moreira se refugia na melodia. “Ouvia ‘Clube da Esquina’ em casa, pois era um dos discos preferidos da minha mãe. Sou de 1990, então, o Bituca (apelido de Milton Nascimento) já era um ícone da música brasileira desde antes de eu nascer. O meu pai já faleceu. ‘Travessia’ é a canção que me faz lembrar dele. Em tempos difíceis, ouço ‘Tudo o que você podia ser’. Quando a saudade bate, prefiro ‘Mistérios’. Tenho muito apego à toda obra do Milton Nascimento”, conta a carioca.

Ela conta que o namorado, que é francês, se emociona com as canções, mesmo sem saber o idioma: “Ele não entende nada de português e fala: ‘Esta música conta algo grande, posso sentir’. E também fica emocionado. Aprendeu rápido a gostar do Bituca! Sobre ter a mesma emoção de antigamente, fecho os olhos e lembro exatamente da minha carteira na escola ouvindo Coração de Estudante, com o sol entrando pela janela da sala de aula e a paz da voz dele”.

 

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Medo, sociedade e cultura: Como lidamos com o sentimento no mundo contemporâneo

Manipulação das massas provoca perda da consciência individual, mas é possível driblar a ansiedade diante do desconhecido

Camila Tuchlinski, O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2020 | 05h00

O medo é um mal necessário, na medida em que precisamos dele para tomar atitudes preventivas. A criança que coloca o dedo na tomada e se machuca, por exemplo aprende a não repetir a ação. O medo é uma das seis emoções básicas dos seres humanos em uma definição já apresentada por Charles Darwin em um livro menos conhecido, A Expressão das Emoções em Homens e Animais

Para desvendar essa emoção nos seres humanos e na sociedade e como reagimos diante do medo, o Estado conversou com o psicanalista Christian Dunker, do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, e a professora de Sociologia da FAAP Crislaine de Toledo Francisco.

“O que caracteriza o medo é uma prontidão para a ação. Quando a gente sente medo, vão se intensificando os sinais corporais, o foco da atenção, e isso caminha para uma espécie de encruzilhada: ir em frente, atacar, recuar, fugir. Encontrar defesas para aquele objeto que é a causa do medo”, avalia Dunker. O psicanalista e uma série de especialistas debateram o tema na edição especial da Revista Humboldt, uma publicação digital do Goethe-Institut e que estabelece um diálogo contemporâneo entre a Alemanha e a América do Sul. A publicação conta com análises sobre o medo na política, na literatura, cultura e sociedade. 

Historicamente falando, o ser humano sempre sentiu medo. Na Era Antiga, existia medo de ser escravizado ou morto. Na Idade Média, o receio de não estar protegido dentro de um feudo. 

No mundo contemporâneo, o estado conquista a ‘tutela’ em relação ao manejo desta emoção. “Na modernidade, o estado toma para si a política de construção do sujeito e vai construir isso através das instituições, das escolas, família, empresas, economia, cultura e o estado passa a meio que administrar um pouco estas emoções das quais o Christian se referiu”, avalia a professora de Sociologia da FAAP Crislaine de Toledo Francisco. 

O medo precisa ser algo que faça o indivíduo se sentir seguro. Na visão da socióloga, o estado precisa manter seus cidadãos sob o efeito de uma seguridade social. “É a segurança dada por um ‘estado pai’, porque, de alguma forma, esse sujeito não pode ser levado ao pânico. Ele precisa de instrumentos subjetivos para conter esse pânico e se manter dentro de si, para que não caia na loucura”, diz.

Nesse ponto, há uma sincronia entre a filosofia política e a psicanálise, como lembra Christian Dunker. “O uso político desse afeto tem uma certa administração do futuro. Assim como a raiva é um sentimento que nos projeta ao passado, o medo nos leva ao futuro. Os regimes modernos, por exemplo os tirânicos ou os escritos por Maquiavel, se especializaram em criar uma experiência de medo para dizer: ‘olha, vocês precisam de alguém’ ou ‘olha como o mundo é inseguro, quantos perigos não existem por aí’. Em seguida, após esse desamparo, oferecem o paternalismo. Em resumo: se entregue aos cuidados de alguém mais poderoso, porque sozinho você não consegue”, afirma.

Christian Dunker acrescenta que este é o cenário ideal para o surgimento do populismo e das tiranias no mundo. “Vai aparecer aquele sujeito que vai vender proteção em troca do medo que ele mesmo causou. ‘Venha com esse que tem tanto poder’, que, para ter tanto poder, precisa parecer com uma figura ameaçadora, ‘esbravejadora’. E a gente fica numa encruzilhada: vou com ele e me coloco sob esse guarda-chuva ou fico sozinho e posso ser objeto da raiva deste pai? Esse é o ‘pai hostil’ do complexo de Édipo, a quem eu tenho, no fundo, sentimentos hostis, mas eu suprimo esse sentimento em troca da proteção que ele me oferece”, avalia.

Como agir diante do medo durante a pandemia do novo coronavírus

Em maior ou menor grau, o indivíduo se depara com o medo durante a pandemia do novo coronavírus. No início, o inimigo comum era a covid-19. Agora, alguns líderes se aproveitam do momento para manipular a situação em benefício próprio. “A grande estratégia dos totalitaristas é dividir a realidade em duas: ‘Você está do meu lado ou é meu inimigo’. Nesse momento de pandemia, a princípio, a gente começou com um inimigo invisível chamado novo coronavírus. Mas, com as políticas de enfrentamento a essa pandemia, muito rapidamente os grupos humanos vão se colocando em lados opostos. E esses grupos sociais, políticos, vão se dividir em dois grupos: ou você está do meu lado ou é um inimigo da nação, da vida”, ressalta Crislaine de Toledo Francisco.

Para o indivíduo, solitário em seus pensamentos, lidar com o medo parece pesado demais. A angústia provoca processos de projeção: aquilo que não conseguimos reconhecer em nós mesmos, colocamos no outro. “Manipulado politicamente, esse sujeito consegue se conectar com o outro que nos habita, com o que está dentro de nós, que são nossos complexos, nossa tendência a negar aquilo que é fonte de muita angústia. A gente cria inimigos. No estado em que a gente se vê atacado por dentro e por fora, a gente regride e volta a um funcionamento mais simples, uma infantilização. O estado de massa implica em redução cognitiva, demitir-se da sua responsabilidade. A gente faz coisas que nunca faria se estivesse sozinho. Naquela conversa de bar, você fala o que raramente falaria se estivesse sozinho com o outro”, pondera Dunker.

Apesar de sermos, de certa forma, forçados a nos dividir, a socióloga Crislaine de Toledo Francisco esclarece que é possível driblar o medo. “Você não está perdido na massa, apesar de as políticas muitas vezes tentarem fazer isso com a gente, nos dar uma possibilidade ilusória em aspectos como consumir, se entorpecer. Lembre-se: seu mundo interior está povoado, está recheado de repertórios significativos que devem e podem ser resgatados agora com firmeza para que você consiga se preservar nesse momento de recolhimento. Para que você consiga, na volta ao seu convívio social, não se esquecer de quem você é, de quem está aí dentro, apesar dos inúmeros estímulos que podem querer te levar ao pânico ou ao medo do incontrolável”, conclui.

Na opinião do psicanalista Christian Dunker, é preciso encarar o medo de frente: “Não faça aquela ‘operação avestruz’ de deixar o resultado do exame em cima da mesa ou o extrato do banco esperando e aí um dia você vai descobrir o tamanho da encrenca. Olhe de frente, se informe, use máscara. A máscara contém uma fórmula ética para o momento. Máscara é para você não passar para o outro. Então, o começo da reflexão é: você está sofrendo, mas não está sofrendo sozinho”.

Assista a entrevista com Christian Dunker e Crislaine de Toledo Francisco para a TV Estadão:

O medo no cinema latino-americano

Na indústria cultural, o medo foi, por muito tempo, importado para a América Latina. Produções cinematográficas do terror eram mais presentes em países da Europa ou nos Estados Unidos. No Brasil, a referência sobre o tema foi José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão, personagem que criou em 1963, mesmo ano do surgimento do filme que marcou sua carreira: À Meia-Noite Levarei Sua Alma. O ator e cineasta morreu em fevereiro deste ano. 

Na Argentina, por exemplo, três filmes ganham destaque, na opinião do crítico de cinema Diego Brodersen, diretor de programação da Sala Leopoldo Lugones, do Teatro San Martín, em Buenos Aires. “Há um trio de filmes inevitáveis: Una luz en la ventana (1942), de Manuel Romero, com Narciso Ibáñez Menta no papel principal; El extraño caso del hombre y la bestia (1951), de Mario Soffici, em seu duplo papel de diretor e ator; e as Obras maestras del terror (1960), de Enrique Carreras, baseadas em relatos de Edgar Allan Poe”, afirma. 

Brodersen ressalta que o México, por exemplo, possivelmente é o país da região que mais se empenhou em produzir horrores cinematográficos. “A gente tem clássicos muito pioneiros como La llorona (1933), de Ramón Peón, ou títulos como El vampiro (1957), de Fernando Méndez, e Hasta el viento tiene miedo (1968), de Carlos Enrique Taboada, marcam uma afinidade com temáticas e estilos importados dos Estados Unidos e da Europa, mas assimilados ao folclore e aos relatos populares regionais”, finaliza.

Serviço:

Revista Humboldt - Especial sobre o Medo

A origem do medo e interferências na política, sociedade e cultura, com artigos de autoras e autores da América do Sul e da Alemanha. 

Para conferir a edição digital completa, acesse o site.

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Milton Nascimento ganha homenagem de cantores em seu aniversário

Nomes como Djavan, Gilberto Gil e Fafá de Belém deram os parabéns ao cantor, que completa 78 anos de idade

Redação, O Estado de S.Paulo

26 de outubro de 2020 | 14h49

O cantor Milton Nascimento comemora seu aniversário de 78 anos de idade nesta segunda-feira, 26. Nas redes sociais, ele recebeu os parabéns de diversos artistas.

"Bituca [seu apelido] é um dos maiores artistas da nossa música, dono de uma obra poética lindíssima! Que alegria é comemorar mais um de seus aniversários! Saúde e muitos anos de vida", escreveu o cantor Djavan.

Gilberto Gil postou uma foto usando uma camiseta com foto antiga do amigo: "Eu tenho no Milton Nascimento uma das minhas referências de excepcional, excelência, grandeza, beleza única. Além de um parceiro brilhante, Milton é meu ídolo. Eu visto a camisa de Bituca!"

Em seu Instagram, a equipe de Nascimento fez uma postagem em sua homenagem: "Milton tem a capacidade de alimentar a nossa esperança através da música e do carinho gigantesco com todos os amigos que estão à sua volta". 

"Muita luz, amor, saúde e música", escreveu Fafá de Belém nos comentários. "Meu mestre, feliz aniversário", comentou João Bosco. O ator Alexandre Nero deixou o recado: "Felicidades e muita saúde para estar colorindo esse mundo ainda mais e mais".

Outros cantores também publicaram homenagens a Milton Nascimento por conta de seu aniversário. Confira algumas das postagens abaixo: 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Feliz aniversário Bituquinha eterno, que habita eternamente meu coração❤️ #miltonbitucanascimento78 @miltonbitucanascimento

Uma publicação compartilhada por Lô Borges [Perfil Oficial] (@loborgesoficial) em

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Hoje é dia de Milton Nascimento! Parabéns ao amigo Bituca! #betoguedes #betoguedesoficial #miltonnascimento78 @miltonbitucanascimento

Uma publicação compartilhada por Beto Guedes - Oficial (@betoguedes.oficial) em

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Parabéns, Bituca. Todos os dias da sua vida devem ser celebrados. ❤️

Uma publicação compartilhada por João Bosco (@joaoboscoreal) em

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Feliz aniversário, meu querido e amado amigo! @miltonbitucanascimento ⠀ Foto: @diegoruahn #GalCosta #MiltonNascimento

Uma publicação compartilhada por Gal Costa (@galcosta) em

 

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