Quatro décadas depois de proibir show, Israel convida Beatles

Membros remanescentes do grupo podem se apresentar durante as comemorações dos 60 anos do Estado judeu

Associated Press,

28 de janeiro de 2008 | 11h53

Quarenta e três anos depois de ter impedido os Beatles de tocarem no país, Israel está convidando os dois membros remanescentes do grupo para se apresentarem nas comemorações dos 60 anos de fundação do Estado judeu, informou nesta segunda-feira, 28, um jornal israelense. Os Beatles tinham programado um show em Israel em 1965, mas o governo não autorizou a entrada dos integrantes da banda por temer que eles, com sua estridente música e comportamento rebelde, viessem a corromper a moral dos jovens israelenses. O jornal Yediot Ahronot publicou o que seriam trechos de uma carta que o embaixador israelense em Londres, Ron Prosor, iria entregar nesta segunda à irmã do assassinado John Lennon, Julia Baird, no museu The Beatles Story, em Liverpool, terra natal do grupo. Cópias da carta seriam enviadas a parentes do falecido guitarrista George Harrison e aos remanescentes membros do grupo: Paul McCartney, de 65 anos, e Ringo Starr, 67. "Gostaríamos de aproveitar essa oportunidade para corrigir a histórica omissão que, para nosso grande pesar, ocorreu em 1965, quando vocês foram convidados a Israel", diria a carta, segundo o Yediot. "Gostaríamos de vê-los cantando em Israel".

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