Público do Kiss pode superar expectativa; Sr. Sin abre o show

Conhecida banda de hard rock nacional, o grupo Dr. Sin começou tocando as músicas 'Fire' e 'Time After Time'

Jotabê Medeiros, de O Estado de S. Paulo,

07 de abril de 2009 | 20h38

É grande a expectativa para o primeiro show em 10 anos do grupo norte-americano  Kiss no Brasil. O público inicialmente estimado era de 30 mil pessoas, mas pode superar esse número no final da noite, segundo avaliação de policiais. No Rio de Janeiro, entretanto, as vendas estão fracas e o show dessa quarta, na Apoteose, pode não ter lotação total.

 

Por volta das 20 horas, mais da metade da Arena Anhembi já estava tomada por uma multidão de caras pintadas que não param de chegar à Zona Norte. Em torno de 19 horas, ainda havia ingressos à venda nas bilheterias do Anhembi. Na entrada, um policial militar com um megafone alertava para a necessidade de apresentação de documentos para quem comprou a meia-entrada.

 

Um pelotão de modelos "peladonas" liderado pela apresentadora Sabrina Sato causou frisson nos portões do estádio. Elas vieram gravar um humorístico de TV, vestidas em trajes sumários e com as caras pintadas como os integrantes da banda. O Kiss Army (Exército do Kiss), como é conhecido seu fã-clube, cercou as moças pedindo para que posassem para fotos e dessem autógrafos.

 

A banda brasileira Dr. Sin abriu, às 20h15, o show do grupo norte-americano Kiss, na Arena Anhembi, Zona Norte de São Paulo. Conhecida banda de hard rock nacional, o Dr. Sin parecia que tinha sido "picado" pela megalomania do Kiss, porque já entrou se autoanunciando como "A maior banda de rock do Brasil". Começou tocando as músicas Fire, Time After Time e Miracles. "A gente agradece a eles (o Kiss) de coração por estar nesse palco", disse o vocalista.

 

Na platéia, diversas gerações de fãs do Kiss aguardavam o show da banda, previsto para começar às 21h30. "Eu fui ao show de 1983", dizia o analista de suporte Luis Sanches, que foi ao show acompanhado dos filhos Guilherme, de 14 anos, e Gabriel, de 12. "Eu comecei a ouvir Kiss por causa dos amigos, e porque meu pai gostava. Eu gosto de rock'n'roll", explicava Guilherme. O pai, Sanches, de 46 anos, não botava dúvidas na atual forma do Kiss. "Eu acho que ele está ótimo, porque eu vi o Mick Jagger com 58 anos no palco e estava fantástico. A gente assiste o programa de TV do Gene Simmons e ele está mais inteiro que muito ator brasileiro", disse.

 

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