Promotoria retira acusação de homicídio contra baterista do AC/DC

Promotoria retira acusação de homicídio contra baterista do AC/DC

Phil Rudd foi preso por suposto planejamento de duplo homicídio na Nova Zelândia

BBC Brasil

07 de novembro de 2014 | 10h27


Apenas 24 horas após ser preso numa batida policial em Tauranga, na Nova Zelândia, o baterista da banda de rock australiana AC/DC, Phil Rudd, viu nesta sexta-feira a principal acusação ser retirada pela promotoria. Ele não vai mais responder pelo suposto planejamento de um duplo homicídio - crime que não ocorreu.

Alegando insuficiência de provas após uma revisão do caso, o promotor Greg Hollister-Job disse que Rudd agora será apenas julgado por porte de drogas e por ter feito ameaças de morte a dois homens. Rudd, de 60 anos, ainda pode ser condenado a sete anos de prisão.

O episódio já atraiu críticas para a polícia neozelandesa. "A acusação de planejamento jamais deveria ter sido feita. Meu cliente sofreu danos incalculáveis com a repercussão pública do caso e a maneira sensacionalista como as acusações foram relatadas pela imprensa", disse o advogado defesa do baterista, Paul Mabey, falando à imprensa neozelandesa.

O baterista terá de comparecer ao tribunal no próximo dia 27, cinco dias antes do lançamento mundial do novo álbum do AC/DC. A banda emitiu um comunicado dizendo que o caso não afetará a próxima turnê do grupo.

Rudd foi preso em casa na quinta-feira, numa batida policial em que agentes apreenderam maconha e anfetaminas. Mas Mabey deu a entender que eram pequenas quantidades. O baterista foi solto sob fiança.

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