Henry Nicholls/Reuters
Henry Nicholls/Reuters

Problemático festival Woodstock 50 aposta em 'grande ressurgimento americano'

Em busca de apoio dos moradores de Vernon, no Estado de Nova York, organizadores do evento estão fazendo uma última tentativa de salvar o evento, agendado para agosto, com a promessa de empregos e doações a projetos comunitários

Jill Serjeant, Reuters

15 de julho de 2019 | 22h09

LOS ANGELES - Os organizadores do problemático festival Woodstock 50 estão realizando uma última tentativa de salvar o evento, agendado para o próximo mês, com a promessa de empregos e doações a projetos comunitários, em busca do apoio dos moradores de uma pequena cidade do Estado de Nova York.

Os organizadores afirmaram que vão realizar uma visita pública nesta terça-feira, 16, para apresentar propostas aos moradores de Vernon, antes de realizar uma terceira tentativa de obter a permissão para o evento de três dias, que marca o 50.º aniversário do famoso festival de “paz e música” de 1969.

“Acreditamos que, com a ajuda das pessoas de Vernon, possamos transformar Woodstock 50 em uma grande história de ressurgimento americano”, disse em comunicado Greg Peck, coproprietário do Woodstock 50.

A um mês da data anunciada, os ingressos ainda não estão à venda para o evento, que vai de 16 a 18 de agosto e promete atrações como Miley Cyrus e Jay-Z, além de mais 80 outros shows. Cerca de 65 mil pessoas devem ir ao festival.

As autoridades já negaram dois pedidos de autorização para a realização do festival no jóquei clube Vernon Downs, citando insuficiência nos arranjos de segurança, saneamento, estacionamento e controle de tráfego.

Os organizadores se voltaram para Vernon em junho, quando os investidores originais desistiram do apoio e o autódromo de Watkins Glen, sede inicial, também localizado no Estado de Nova York, abandonou a iniciativa.

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