Prata da Casa volta ao Sesc Pompéia

Desde 1999 revelando talentos da música brasileira, a Mostra Prata da Casa entra hoje em sua sétima edição, misturando ritmos que vão do samba ao rap. O evento ocorre a cada seis meses no Sesc Pompéia, com a apresentação de instrumentistas selecionados pela curadoria do Sesc. "Não há preconceito. Realizamos um verdadeiro painel de estilos, com músicos de sete, até oito Estados", explica Carlos Calado, curador do evento. "A idéia é ser uma vitrine dos novos talentos de todo o Brasil." A única exigência para o artista participar da mostra é não ter mais que um disco gravado. "Tem gente com dez anos de carreira e que mal gravou um disco. E, se pegarmos as edições anteriores da mostra, só tem o creme do creme da música brasileira." Entre os nomes já revelados pelo projeto estão Fernanda Porto, Berimbrown e Chico Pinheiro. A idéia surgiu no núcleo de música do Sesc. Inicialmente apresentada na Choperia, a mostra passou a ser realizada no Teatro do Sesc Pompéia. "Foi um sinal de que o projeto é vitorioso." Hoje, quem abre a mostra é o grupo instrumental Mandu Sarará, formado por ex-alunos de música da Unesp e Santa Marcelina. "Eles foram os campeões de público do último semestre. Por isso, ganharão uma noite exclusiva, uma espécie de prêmio", diz Calado. Amanhã, sobem ao palco Trio Calafrio e Trem da Viração, para apresentar um repertório de samba e música regional. Sexta é dia de rap, funk e soul com Nhocuné Soul e Veiga & Salazar. No sábado, Anna Toledo e Rubi fazem a noite MPB. Domingo, a música instrumental de Zeli, UmDoisTrio e Tira Poeira encerra o evento. 7ª Mostra Prata da Casa - no Teatro do Sesc Pompéia (Rua Clélia, 93 - tel. 3871-7700). Quarta a sábado, às 21h; domingo às 18h. Grátis.

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