Polícia irá reconstituir morte de dançarino da Banda Calypso

O mistério que ainda envolve o acidente fatal do dançarino Frank Maia Viana, de 23 anos, da Banda Calypso, poderá ser desvendado em duas semanas, quando a polícia de Goiás reconstituir a morte do rapaz e iniciar a tomada de depoimentos de cinco dançarinos, sendo três mulheres, e o produtor do grupo paraense, Hélio Silva.Segundo o delegado Niteu Chaves Júnior, da 1ª Delegacia de Polícia em Luziânia, a polícia trabalha com várias hipóteses: Ocorreu um acidente por queda acidental; a queda não foi acidental; a queda foi acidental porque o dançarino estava alcoolizado ou drogado; a queda foi acidental e o dançarino estava alcoolizado e drogado. Os seis membros do grupo deverão estar na delegacia no próximo dia 14, a partir das 9 horas."Nos depoimentos colhidos, e nessa versão, o rapaz chegou ao quarto do hotel madrugada (2h30min), onde estava hospedado juntamente com outras três dançarinas", disse o delegado para o Estado. "Como as meninas estavam ensaiando, ele teria se sentado na sacada da varanda do quarto para assistir ao ensaio, escorregou e caiu".O dançarino caiu do quarto andar do hotel Águas Claras, na madrugada do dia 17 do mês passado, durante excursão do Calypso na cidade de Luziânia, em Goiás. Na queda, sofreu traumatismos craniano, pélvico e torácico. E teve o estômago perfurado porque o corpo caiu primeiro sobre um muro e depois em cima de uma cerca de arame farpado.Após a queda, segundo depoimentos tomados junto a funcionários do hotel e informações de populares e membros da banda, uma ambulância do Corpo de Bombeiros resgatou Frank Maia. Ele resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira, 21 de agosto, após quatro dias de internação na UTI do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, DF, a cerca de 40 quilômetros do local do acidente.

Agencia Estado,

01 de setembro de 2006 | 19h53

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