Acervo Estadão
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Polícia do Rio encontra relatório com músicas inéditas de Renato Russo na Operação Será

A ação é resultado de um ano de investigações que apontam que proprietário de um estúdio de gravação do Rio de Janeiro estaria, supostamente, ocultando músicas inéditas do artista

Redação, O Estado de S. Paulo

26 de outubro de 2020 | 17h13

Policiais do Rio encontraram nesta segunda-feira, 26, relatórios que apontam a existência de músicas inéditas gravadas por Renato Russo. Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), da Polícia Civil do Rio, realizaram a Operação "Será?", que buscou identificar e localizar possíveis obras inéditas do cantor e compositor. Os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão.

Foram encontrados documentos que mostram a existência das versões deixadas pelo artista, mas não, ainda, as gravações. A ação é resultado de um ano de investigações que apontam que o proprietário de um estúdio de gravação do Rio de Janeiro estaria ocultando músicas inéditas do artista. O estúdio foi usado por Renato Russo em seus últimos anos de vida.

As investigações tiveram início após a denúncia do filho do artista, Giuliano Manfredini, detentor dos direitos autorais do cantor.

Renato Russo morreu em 1996, mas deixou algumas músicas gravadas, que foram aproveitadas pela gravadora para lançar o álbum póstumo O Último Solo, em 1997. Em 2000, foi lançada uma coletânea com sua obra solo e mais duas músicas inéditas: as regravações de A Carta, de Erasmo Carlos, e A Cruz e a Espada, de Paulo Ricardo.

Segundo a Polícia Civil, o filho acredita, no entanto, que o pai teria gravado ainda mais músicas. A Delegacia então abriu uma investigação para descobrir se o proprietário do estúdio de gravação usado por Renato Russo estaria ocultando essas canções inéditas. / COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL

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