Pink Floyd processa gravadora EMI por royalties online

A banda britânica Pink Floyd entrou na terça-feira com um processo na Justiça contra a gravadora EMI para discutir os pagamentos de royalties e a maneira como a música é vendida na era digital.

REUTERS

09 de março de 2010 | 11h54

A banda, que fechou contrato com a EMI há mais de 40 anos e cujo catálogo só foi superado em vendas pelo catálogo dos Beatles, contesta os cálculos de seus royalties online e o marketing de sua música, informou a agência Press Association.

O Pink Floyd, cujas bandas incluem "The Dark Side of the Moon" e "The Wall", também contesta o direito da EMI de "decompor" seus álbuns e vender faixas individuais online.

Robert Howe, o advogado do Pink Floyd, disse à Alta Corte de Lonres que uma cláusula contratual "proíbe expressamente" tal "decomposição", ou seja, a venda de faixas em qualquer configuração senão a original, quer seja em formato físico ou digital.

Ele disse que a posição da EMI é que a proibição "se aplica apenas ao produto físico e não ao produto online".

Mas, argumentou o advogado, "isso não faz sentido comercial" e é contraditório pelas condições previstas no acordo com a EMI.

(Reportagem de Mike Collett-White)

Tudo o que sabemos sobre:
MUSICAPINKFLOYDGRAVADORA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.