Pink Floyd pode voltar a tocar junto, diz baterista

'Porta está aberta' para que membros do grupo inglês se reúnam em grande show, diz Nick Manson

20 de dezembro de 2007 | 17h36

O retorno do Led Zeppelin em um show triunfante no O2 Arena de Londres, há poucos dias, parece ter inspirado outra grande banda "divorciada" a fazer o mesmo. Em entrevista reproduzida no site da revista Rolling Stone, o baterista do Pink Floyd Nick Manson disse que as portas estão abertas para que todos os membros do grupo voltem tocar juntos em breve. "Caso haja um motivo razoável ou as coisas mudem um pouco nos próximos um ano ou dois, e todos de repente pensem, 'bem, eu realmente gostaria de fazer isso', então eu acho que acontecerá", disse o bateristas à rádio XFM, de Londres. Manson fez questão de ressalvar, no entanto, que deve haver um motivo nobre para a reunião. Um grande show beneficente, nos moldes do Live 8, por exemplo, soaria como uma oportunidade, segundo ele. "A única coisa que geraria um reencontro seria algo equivalente ao Live 8", disse Manson, referindo-se à última ocasião em que todos os integrantes do grupo tocaram juntos. Além de ver o primeiro reencontro dos membros do Pink Floyd depois que Roger Waters deixou a banda, há 24 anos, o Live 8 - realizado em 2005 - tinha por objetivo pressionar os líderes do G8 (os sete países mais ricos do mundo mais a Rússia) a diminuir a dívida das nações pobres.  Na mesma entrevista, Manson também comentou a frustração causada pela impossibilidade de reunião do grupo no ano passado, durante um tributo a Syd Barret - quando todos os membros da banda tocaram no mesmo palco em horários diferentes.  Segundo o baterista, o que impediu a reunião foram dificuldades de "timing", o que teria impedido que os músicos tocassem juntos.

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