Reuters
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Personal trainer diz que Jackson estava bem dias antes de morrer

Segundo dia de julgamento do médico Conrad Murray terá novas testemunhas

estadão.com.br,

28 de setembro de 2011 | 11h41

 Ao contrário do que afirmaram as testemunhas no primeiro dia de julgamento do médico Conrad Murray pela morte de Michael Jackson, o personal trainer Lou Ferrigno afirma que não percebeu sinais de cansaço no rei do pop. Em entrevista ao site TMZ, Ferrigno afirma que se encontrou com o cantor duas semanas antes de sua morte, em um treinamento de uma hora.

Ele conta que acompanhou os sinais vitais do cantor durante a sessão e que a saúde dele era perfeita. Ele teria feito exercícios com bola, levantado pesos leves e feito alongamento. Michael Jackson teria reclamado apenas de insônia. Segundo Ferrigno, o cantor se exercitava com ele 2 ou 3 vezes por semana para se preparar para a turnê Is This It, com a qual Michael pretendia voltar aos palcos.

O coreógrafo e produtor Kenny Ortega, que já foi ouvido pelo tribunal, afirma que o "Rei do Pop" mostrava sinais de cansaço. "Eu senti que ele  não estava bem. Ele tinha perdido peso", disse Ortega, sobre as sucessivas faltas de Jackson aos ensaios. "Havia algo errado", disse o produtor.

O segundo dia de julgamento de Conrad Murray está marcado para as 12h45 (horário de Brasília) no Tribunal Superior de Los Angeles, nos Estados Unidos. O produtor de "This is it" Paul Gongaware é a primeira testemunha a depor nesta quarta-feira (28). Gongaware começou seu testemunho no fim da tarde desta terça-feira, antes da sessão ser suspensa e não chegou a ser interrogado pelos advogados de defesa.

Gongaware afirmou que sugeriu a Michael Jackson que ele tivesse o acompanhamento de um médico de Londres, com licença local para trabalhar. O astro teria discordado e respondido, apontando para si mesmo: "Isto é uma máquina e tenho que tomar conta da máquina". Segundo Gongaware, o médico pessoal de Jackson disse que "cuidaria disso", referindo-se à licença para atuar em Londres.

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