Paul McCartney critica EMI em entrevista ao 'Times'

Depois de 45 anos na gravadora, ex-baixista dos Beatles busca novos rumos profissionais

Agências internacionais,

14 de dezembro de 2007 | 12h40

Em uma entrevista ao jornal britânico The Times, o músico britânico e ex-Beatle Paul McCartney criticou a EMI, gravadora com a qual trabalhou por 45 anos.   "Todos na EMI tornaram-se uma espécie de mobília. Eu seria o sofá; o Coldplay a poltrona", disse o ex-baixista dos Beatles, mostrando seu descontentamento e o motivo por ter deixado a gravadora, em junho deste ano.   Segundo declarações do ex-beatle, além de se sentir pressionado, Paul estava cansado da rotina: "Você vai a algum lugar, fala com milhões de jornalistas e são sempre as mesmas perguntas. Então eu comecei a pensar 'Deus, nós precisamos fazer algo diferente'."   O cantor britânico assinou contrato com a Hear Music e seu primeiro álbum com o novo selo, o "Memory Almost Full", vendeu, na primeira semana, mais cópia nos Estados Unidos do que qualquer outro trabalho do artista.

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