Rafael Arbex / ESTADAO
Rafael Arbex / ESTADAO

O Terno agrada ao público com espontaneidade

Trio interagiu o tempo todo com a plateia

Renato Vieira, O Estado de S. Paulo

29 Março 2015 | 16h40

Se ainda havia alguma dúvida, O Terno provou que é um power trio em seu show no Lollapalooza. Tim Bernardes (vocal, guitarra e teclados), Guilherme D'Almeida (baixo) e o recém-incorporado Gabriel Basile (bateria) agradaram o público com seu talento e espontaneidade.

Coincidentemente, neste dia nublado no Autódromo de Interlagos, o grupo abriu sua apresentação com O Cinza, de seu disco mais recente. Músicas como Eu Não Preciso de Ninguém e 66, mais agitadas, foram intercaladas com momentos mais introspectivos, caso de Ai Ai Como Eu Me Iludo e Eu Vou Ter Saudades. À vontade no palco, o trio interagiu o tempo todo com a plateia.

"Muito bom tocar aqui depois de Robert Plant e Jack White, que abriram pra gente", brincou Tim, que ao final agradeceu "por ter tocado no palco Axé",com a banda fazendo uma citação de Beija-Flor, sucesso da Timbalada. Também foi lembrado o Tema da Vitória de Ayrton Senna, uma alusão à Formula 1. Depois do show, Tim falou ao Estado. "A gente estava muito nervoso, em festival a gente não consegue ter toda a preparação de um show normal. Mas a reação do público animou muito a gente e também a recepção ao Gabriel." 

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