Nick Carter, do Backstreet Boys, não vai ser acusado em caso de abuso sexual

Nick Carter, do Backstreet Boys, não vai ser acusado em caso de abuso sexual

Segundo os procuradores de Los Angeles, o caso, de 2003, não se enquadra no estatuto de limitações da Califórnia

Jill Serjeant, Reuters

12 Setembro 2018 | 17h04

LOS ANGELES - Procuradores de Los Angeles disseram na terça-feira, 11, que não vão acusar o cantor Nick Carter, dos Backstreet Boys, por uma queixa de abuso sexual em 2003 porque o caso não se enquadra no estatuto de limitações da Califórnia.

O escritório do procurador do distrito de Los Angeles informou que revisou a acusação feita por uma mulher que na época tinha 18 anos, mas informou que o estatuto de limitações havia expirado em 2013.

“Uma análise de forças e fraquezas da evidência não é garantida e a questão está negada”, disseram procuradores em avaliação da acusação divulgada à mídia.

Eles não deram detalhes sobre o caso, mas Carter negou no ano passado uma acusação de que estuprou uma cantora pop adolescente há 15 anos.

Um advogado de Carter, cujo conjunto musical está atualmente se apresentando a longo prazo em Las Vegas, disse em comunicado na terça-feira que o cantor está “feliz em deixar esta questão para trás”.

“Nick negou estas acusações desde que soube delas no ano passado”, disse o advogado Michel Holtz no comunicado.

Os Backstreet Boys foram uma das maiores boy bands do final da década de 1990 e começo de 2000, com sucessos como Quit Playing Games With My Heart.

Acusações de assédios e abusos sexuais, inspiradas pelo movimento #MeToo nas redes sociais, forçaram diversas celebridades, políticos e empresários a renunciarem ou serem demitidos no último ano.

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