‘Não sou feminista, mas acho que o futuro é das mulheres’, diz Gal

‘Não sou feminista, mas acho que o futuro é das mulheres’, diz Gal

A cantora sempre foi uma figura feminina forte, da capa (censurada) do disco 'Índia' até a forma como conduz sua vida e carreira

Adriana Del Ré, O Estado de S.Paulo

30 de julho de 2017 | 06h30

A cantora Gal Costa se juntou a Gilberto Gil e Nando Reis e estreia com eles a turnê Trinca de Ases, nos próximos dias 4 e 5, no Citibank Hall, em São Paulo.

Gal sempre foi uma figura feminina forte, desde a capa (censurada) do disco Índia, na década de 1970, passando pelos seios expostos durante um show nos anos 1990, até a forma como conduziu a própria vida e carreira.

Para ela, o quanto a mulher conseguiu avançar em suas conquistas e quanto ainda é preciso debater sobre isso? “Acho que ainda muito, mas a mulher avançou bastante, hoje tem mulheres ocupando lugares no mundo importantíssimos”, diz a cantora. “Acho que essas mulheres que se destacam, que se empoderam já fazem naturalmente um trabalho feminista, sem intenção de ser feminista. Não sou feminista, mas acho que o futuro é das mulheres. No futuro, a gente vai dominar.”

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