Música de Bob Dylan mudou o mundo, diz pesquisa

A canção Like a Rolling Stone, de Bob Dylan, ficou em primeiro lugar em uma pesquisa para escolher os ícones do rock, da literatura e do cinema que mudaram o mundo, marcando as cem edições da revista britânica Uncut. Músicas, filmes, programas de TV e livros que mudaram o mundo1. Bob Dylan - Like a Rolling Stone 2. Elvis Presley - Heartbreak Hotel 3. The Beatles - She Loves You 4. The Rolling Stones - (I Can´t Get No) Satisfaction 5. Laranja Mecânica 6. O Poderoso Chefão e O Poderoso Chefão II 7. David Bowie - The Rise and Fall of Ziggy Stardust 8. Taxi Driver 9. Sex Pistols - Never Mind The Bollocks Here´s The Sex Pistols 10. The Prisoner Uma lista de especialistas que incluiu Paul McCartney, Noel Gallagher, Keith Richards, Lou Reed e Robert Downey Jr., entre outros, escolheu entre músicas, filmes, atores, programas de TV e livros marcantes.A roqueira Patti Smith disse que a canção vencedora "a acompanhou pela adolescência".O single Heartbreak Hotel, de Elvis Presley, ficou em segundo lugar.O ex-Beatle Paul McCartney votou em Heartbreak Hotel como número um. Segundo ele, "é a maneira como Elvis canta, como se estivesse cantando das profundezas do inferno. O fraseamento, o uso de eco, é tudo lindo. É musicalmente perfeita."Laranja Mecânica, de Stanley Kubrick, foi o filme mais bem colocado na pesquisa, em quinto lugar, seguido por O Poderoso Chefão e O Poderoso Chefão II.O Prisioneiro foi a série de TV que recebeu mais destaque, conseguindo o décimo lugar, enquanto Pé na Estrada, de Jack Kerouac, foi o livro mais bem colocado na lista, em 19º lugar. (Leia: Walter Salles deve dirigir "On the Road", de Kerouac )Os atores Edward Norton, de Clube da Luta, e Juliette Lewis, de Gilbert Grape, e o ex-Beach Boy Brian Wilson também foram citados. Segundo o editor da Uncut, Allan Jones, a compilação da lista foi um trabalho enorme e, "considerando-se que filmes tiveram impacto cultural mais forte que David Bowie, por exemplo, a lista também gerou várias discussões"."Dylan foi a declaração artística mais seminal das últimas cinco décadas, mas com certeza outros vão discordar disso", finaliza Jones.

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