Música clássica viveu um ano de altos e baixos

Música clássica viveu um ano de altos e baixos

2016 poderá ser um ano ainda pior em termos de verbas e patrocínios; mas talvez não seja perdido

João Luiz Sampaio, Especial para o Estado

27 de dezembro de 2015 | 07h00

O Gurrelieder da Osesp; Thais no Municipal de São Paulo; a temporada do Theatro São Pedro; o piano de Evgeny Kissin; a Bienal Música Hoje; o renascimento do Municipal do Rio. Este foi um ano de boas notícias no palco. Mas o assunto principal se deu nos bastidores: os cortes que atingiram projetos como a Osesp, a Escola de Música do Estado de São Paulo ou o Festival Amazonas. 

Por conta disso, grandes instituições da música brasileira chegam a 2016 com temporadas menores – e apreensão generalizada. Nos bastidores, um mantra tem se repetido: 2016 será um ano ainda pior em termos de verbas e patrocínios. Mas, se servir para encarar problemas antigos, como a falta de solidez institucional (com projetos menos personalistas e pontuais) e a resistência em refletir sobre os sentidos da música clássica e da ópera no mundo de hoje, poderá não ser um ano perdido.

DESTAQUES

MultiOrquestra

A conferência reuniu profissionais para discutir novos modelos e formatos para os clássicos.

 

Gurre-Lieder

A obra de Schoenberg estreou 

no Brasil em interpretação da Osesp, marcando a temporada.

 

Theatro Municipal

O teatro reduziu sua programação 2016 – e o ex-diretor José Luiz Herencia é investigado por suposto desvio de R$ 18 milhões.


Tudo o que sabemos sobre:
Clássica

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.