Wilton Junior/ Estadão
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MP do Rio investiga irregularidades no serviço de retirada de ingressos para o Rock in Rio

A retirada de ingressos comprados previamente “estaria sendo conduzida de forma inadequada, desorganizada e desestruturada”, informou o MP

Roberta Pennafort, O Estado de S.Paulo

21 de setembro de 2017 | 18h54

O Ministério Público do Estado do Rio instaurou inquérito civil, nesta quinta-feira, 21, para investigar suposta irregularidade no serviço de retirada de ingressos para o Rock in Rio. Por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor e Contribuinte, o MP encaminhou recomendações para os organizadores do festival com o intuito de diminuir os transtornos relatados por parte do público que deixou para retirar as pulseiras-ingresso de última hora.

A retirada de ingressos comprados previamente “estaria sendo conduzida de forma inadequada, desorganizada e desestruturada, o que estaria obrigando os consumidores a esperarem por cerca de três horas nas filas”, informou o MP em nota à imprensa. A recomendação determina que, já a partir desta quinta-feira, e até o encerramento do festival, no domingo, a retirada seja adequada. As providências tomadas deverão ser informadas ao MP. Caso contrário, o festival poderá sofrer sanções.

O ingresso poderia ter sido pego pelo público em julho e em agosto, mediante agendamento pelo ingresso.com, num ponto físico: a estação do metrô Carioca, no centro do Rio. Essa possibilidade perdurou até a véspera do festival. Nos últimos dias, a espera na fila chegou a 3 horas. A partir da abertura dos portões, na sexta-feira, 15, esse serviço migrou para a Cidade do Rock, onde também há reclamações quanto à espera demorada e à pouca quantidade de funcionários no atendimento.

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