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MP da Bahia apura os nomes 'ordinárias' e 'inocentes' em banheiros do show do grupo É o Tchan

Promotoria fará recomendação para que a banda não faça mais inscrições desse tipo

João Paulo Carvalho, O Estado de S.Paulo

10 de novembro de 2017 | 19h18

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) abriu procedimento para investigar um evento do grupo É o Tchan. No último dia 29 de outubro, durante um ensaio da banda no Clube Espanhol, em Salvador, as sinalizações feitas pela produção do grupo nos banheiros estavam sendo feitas da seguinte forma: 'ordinárias' (femininos) e 'inocentes' (masculinos).

A promotora Livia Vaz do Ministério Público da Bahia (MP-BA) soube da situação pelas redes sociais e decidiu abrir um procedimento para investigar o caso. Segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público do Estado da Bahia, a promotora também enviou uma recomendação para que os dizeres não sejam mais utilizados.

+++ É o Tchan e Molejo se apresentam juntos em SP em dezembro

Procura pela reportagem do Estado, a produção da banda afirmou que não foi notificada pelo MP sobre a investigação. "O É o Tchan é uma banda marcada por bordões, que ficaram conhecidos por brincadeiras dos artistas com o seu público. Em relação à acusação, a nossa produção não recebeu nenhuma notificação".

 

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