Reprodução
Reprodução

Mimo chega ao Rio de Janeiro pela primeira vez em 11 anos

Festival que nasceu em Olinda traz programação da música do mundo que não está nas mídias, a partir de sexta, dia 13

Julio Maria, O Estado de S.Paulo

10 de novembro de 2015 | 04h00

O festival internacional Mimo anunciou a programação que vai apresentar, pela primeira vez em seus 11 anos, no Rio. As atrações seguem o conceito de trazerem uma música fora da mídia convencional, liberta das amarras pop, mas que também não as negue em suas essências. Elas começam a se apresentar sexta-feira (13) e seguem até domingo, dia 15, em vários espaços do Rio.

Um destaque de sexta será o violonista e cantor do Mali Boubacar Traoré, com sua música mântrica da escala de cinco notas que aponta quanto este país participou da identidade daquele gênero que os norte-americanos dariam o nome de blues. Seu show será às 20h, na Sala Cecília Meireles.

No sábado (14), a longa programação terá linguagens diversas, como o duo sul-coreano SU:M, às 18h, no Parque Lage, e a Banda Black Rio, às 18h, no mesmo local. Ainda pelo Lage, às 22h, quem encerra a noite é Bombino, outro guitarrista africano, agora do Níger, que traz sua música tuareg, dos desertos do Norte. Bombino tem semelhanças estéticas com o blues de Boubacar, o que faria um encontro entre os dois (não confirmado) algo sublime. No domingo (15), Alceu Valença faz o encerramento com a Orquestra Ouro Preto, às 20h.

Outra frente do festival é dedicada ao cinema. E o filme que deve se destacar é The Amazing Nina Simone, um documentário com 50 entrevistas que se aprofunda no traço da defensora dos direitos raciais pelos quais Nina brigava. A exibição será quinta, dia 12, às 20h30, no Cine Odeon. Em São Paulo, ele será mostrado dias 11, 12 e 13, no Telas (www.festivaldetv.com.br).

Notícias relacionadas
    Tudo o que sabemos sobre:
    Música

    Encontrou algum erro? Entre em contato

    Tendências:

    O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.