Michael Jackson teria recebido mais propofol disse médico

Relatório do legista constatou que o rei do pop tinha em seu corpo vestígios de propofol elevados

EFE,

02 de março de 2010 | 19h41

Especialistas puseram em xeque o depoimento do médico Conrad Murray, acusado de homicídio culposo pela morte de Michael Jackson, quanto à dose do medicamento propofol que levou ao falecimento do 'rei do pop'.

 

Em declarações à polícia após a morte do cantor, Murray disse ter injetado em Michael uma pequena quantidade (2,5 mililitros) do calmante. No entanto, o anestesista John Dombrowski, membro da sociedade americana de anestesistas, disse ao site "TMZ" que essa dose não teria sido suficiente nem para induzir ao sono.

 

O relatório do legista constatou, por sua vez, que o rei do pop tinha em seu corpo vestígios de propofol equivalentes à quantidade usada para conseguir uma "anestesia geral para uma cirurgia grave".

 

Segundo a autópsia, Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009 devido a uma intoxicação aguda por medicamentos, principalmente propofol.

 

Murray foi acusado formalmente em fevereiro passado de homicídio culposo pela morte do astro e ficou em liberdade mediante pagamento de fiança à espera do julgamento, que começará em 5 de abril em Los Angeles.

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