Médico nega uso de morfina pouco antes da morte de Michael

'É absolutamente falso. Não houve Demerol nem OxyContin', afirmou o advogado de Conrad Murray

Agências internacionais,

28 de junho de 2009 | 18h59

Conrad Murray, o médico pessoal de Michael Jackson, negou neste domingo, 28, que tenha injetado no cantor Demerol, uma morfina sintética para aliviar a dor, pouco antes de sua morte de parada cardíaca, segundo informações do Los Angeles Times. "É absolutamente falso. Não houve Demerol nem OxyContin", afirmou ao jornal o advogado de Murray, Edward Chernoff, que acompanhou o depoimento do médico à polícia de Los Angeles.

 

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O advogado disse ainda que Michael Jackson já estava inconsciente quando o médico entrou em seu quarto "por acaso". Segundo ele, o cantor não respirava e quando o médico chegou o pulso estava fraco. Murray então aplicou uma massagem cardíaca, explicou.

 

A porta-voz do médico de Michael Jackson disse que, após o segundo encontro com a polícia, ele não é considerado suspeito pela morte do astro. Miranda Sevcik, a porta-voz do cardiologista Conrad Murray, afirmou, na noite de ontem, que o encontro com médico teve como objetivo "esclarecer algumas inconsistências".

Em nota, a porta-voz afirma que o "médico de maneira alguma é suspeito e permanece como testemunha do caso". A polícia confirma que interrogou Murray e que ele cooperou. Segundo Sevcik, Murray e seu advogado "responderam a todas as perguntas" durante as três horas que durou o encontro, e que eles continuarão cooperando com a polícia para esclarecer as circunstâncias da morte de Michael Jackson, ocorrida na última quinta-feira (dia 25).

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