Thomas Nguyen/Efe
Thomas Nguyen/Efe

Médico de Michael Jackson voltará à corte em abril

Conrad Murray, que estava com cantor no momento da morte, foi acusado de homicídio não premeditado

Agência Estado,

09 Fevereiro 2010 | 08h51

O doutor Conrad Murray, médico do falecido astro pop Michael Jackson, terá de comparecer perante um juiz novamente em abril para ser informado sobre a data do próximo importante passo do processo, a apresentação, pela primeira vez, das evidências com base nas quais os promotores pretendem comprovar que a morte do Rei do Pop foi causada por "negligência grave".

 

Depois de ter-se apresentado perante um tribunal na Califórnia na segunda-feira, 8, o médico declarou-se inocente da acusação de homicídio culposo e foi libertado mediante pagamento de fiança de US$ 75 mil.

 

O juiz Keith Schwartz apreendeu o passaporte de Murray e determinou que o médico está autorizado a viajar apenas dentro das fronteiras dos EUA. Murray foi ordenado a reapresentar-se perante a Justiça em 5 de abril, quando será marcada a audiência preliminar do caso.

 

Na audiência preliminar, uma espécie de minijulgamento, serão reveladas as evidências obtidas pelos promotores para demonstrar que houve "negligência grave" por parte do médico. Caso seja considerado culpado, o médico estará sujeito a pena de até quatro anos de prisão.

 

Murray é acusado de ministrar em Michael Jackson uma dose letal de anestésico na tentativa de ajudar o astro pop a dormir. O artista morreu em 25 de junho. As informações são da Associated Press.

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