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Médico de Michael Jackson não é considerado culpado

Conrad Murray não é apontado como culpado pela polícia e mantém contato com as autoridades locais

EFE, Reuters, AP,

27 de junho de 2009 | 21h16

Conrad Murray era médico pessoal de Michael Jackson havia três anos, foi testemunha de sua morte repentina na tarde de quinta-feira, 25, vítima de um ataque cardíaco, e é a única pessoa capaz de esclarecer a relação do artistas com remédios. Há suspeitas de que o médico, de 56 anos, tenha ministrado a Michael Jackson um coquetel de fortes medicamentos contra a dor. Ele deveria acompanhar o astro em sua turnê Is This It.

 

 

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Murray ligou para a polícia de Los Angeles na sexta-feira à noite e deu informações sobre as últimas horas do cantor. Neste sábado, foi chamado para dar um novo depoimento à polícia, segundo o site do New York Times. A polícia informa que não está conduzindo uma investigação criminal, mas busca detalhes sobre as circunstâncias de sua morte.

 

O advogado de Conrad Murray afirmou hoje à Reuters que o médico não se recusou a responder às perguntas da polícia. "O dr. Murray tem intenção de cooperar", disse Bill Stradley, acrescentando que a impressão de que ele estava se escondendo das autoridades não era correta.

 

O carro do médico foi apreendido pela polícia na casa onde Michael Jackson morreu, em busca de evidências de algum medicamento que o astro pudesse ter tomado. Foram encontrados dois medicamentos e um deles poderia ter causado a morte o cantor - Demerol, um analgésico para dor semelhante à morfina.

 

A família de Michael Jackson pediu uma autópsia independente, segundo o porta-voz do Instituto Médico-Legal de Los Angeles, Brian Elias. Eles se mantiveram reunidos na casa dos pais do astro pop nos subúrbios de Los Angeles, neste sábado, 27, preparando o velório e o funeral. Pela manhã, sua irmã Janet usou três caminhões para recolher os bens da mansão alugada pelo cantor em Carolwood Drive.

 

Michael Jackson (1958-2009) entrou para a galeria de celebridades cujo enigma da morte abalou seus fãs e mobiliza a opinião pública: Elvis, Marilyn Monroe, Anna Nicole Smith, Heath Leadger.

 

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