Phil Klein/Reuters
Phil Klein/Reuters

Médico de Michael Jackson diz que cantor foi quimicamente castrado pelo pai

Em vídeo, o médico Conrad Murray, responsabilizado pela morte de Michael, diz que o pai do cantor adotou o procedimento para que ele mantivesse a voz aguda

O Estado de S.Paulo

12 Julho 2018 | 10h45

O médico que cuidou de Michael Jackson, Conrad Murray, afirmou em vídeo que o cantor foi quimicamente castrado pelo pai, Joe Jackson, ainda jovem, para manter o alcance de notas agudas na sua voz. O vídeo foi publicado pelo site The Blast

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"Joe Jackson foi um dos piores pais para os seus filhos na história", diz no vídeo o médico, que foi condenado por homicídio culposo, sem intenção de matar, pela morte de Michael Jackson em 2009, por ter dado ao cantor uma dose alta do remédio propofol. "A crueldade relatada por Michael do que ele sofreu nas mãos do seu pai, particularmente os maus tratos e, mais ainda, o fato de que ele foi quimicamente castrado, para manter o alto alcance em sua voz, vai além das palavras."

As alegações de Conrad Murray vêm cerca de duas semanas após a morte de Joe Jackson, aos 89 anos, vítima de câncer. "Eu não derramaria uma única lágrima pelo falecimento desse homem cruel e maldoso", continua Murray no vídeo. "Espero que Joe Jackson encontre redenção no inferno." 

Apesar de já ter elogiado o pai publicamente por ter incentivado a carreira musical dos filhos, Michael Jackson chegou a afirmar em entrevistas televisivas que sofreu violência física na infância, com objetos como cintos e fios do ferro de passar roupas. 

 

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