Madonna leva 50 mil para 1º show de turnê na América Latina

Esbanjando sensualidade, a cantora chega ao último mês da Sticky and Sweet Tour na Cidade do México

Efe

30 de novembro de 2008 | 11h10

A cantora Madonna, de 50 anos, atraiu na noite de sábado, 29, cerca de 50 mil pessoas para o primeiro show da turnê "Sticky & Sweet" na América Latina, realizado na Cidade do México.  Veja também:Espeial: A controversa Madonna Esbanjando sensualidade, mas bem mais serena, Madonna apresentou ao público que lotava o estádio de beisebol Foro Sol músicas de seu mais recente álbum, "Hard Candy", e antigos sucessos de sua carreira, que completou 25 anos em 2008. A artista iniciou o espetáculo cantando "Candy Shop". Em seguida, saudou a platéia com um "Olá, México" e emendou "Beat Goes On", que, assim como a música de abertura, faz parte de seu último trabalho. Quebrado o gelo, Madonna deu continuidade à apresentação mesclando hits antigos - "Human Nature", "Vogue", "Die Another day", "Into the Groove" e "Borderline" - com composições mais atuais, como "Heartbeat". Na seqüência, "Music" fez o público vibrar, enquanto "4 Minutes", executada um pouco depois, levou ao palco, ainda que por meio de pequenos telões, o cantor Justin Timberlake. Em outro momento do show, Madonna voltou a falar com o público. "Quero aproveitar esta oportunidade para dizer o quanto estou feliz por voltar ao México. É um grande começo de turnê na América Latina. Por isso, quero agradecer", disse. Na parte final do espetáculo, "Like a Prayer", "Ray of Light", e "Hung Up" antecederam "Give it to Me", que encerrou muito bem a noite. Na segunda, 1º de dezembro, Madonna volta a se apresentar na Cidade do México, horas antes de o jogador de beisebol Alex Rodríguez, apontado como seu novo namorado, inaugurar um centro esportivo na capital do país. Depois do México, a turnê "Sticky & Sweet", que termina este mês, segue para Chile (Santiago do Chile), Argentina (Buenos Aires) e Brasil, onde a cantora fará dois shows no Rio de Janeiro e três em São Paulo. Foto: Henry Romero/Reuters 

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