Lollapalooza abre com logística inadequada

Grandiosidade do evento expõe infraestrutura e acesso ineficientes

Jotabê Medeiros e João Paulo Carvalho, O Estado de S.Paulo

05 de abril de 2014 | 23h16

Superlotado, com exaustão de todos os equipamentos (banheiros, bares, lounges), recolhimento de lixo completamente ausente e com acesso às vezes impossível aos diferentes palcos (o Palco Interlagos tinha um corredor de pouco mais de 200 metros para 80 mil pessoas atravessarem), o Lollapalooza São Paulo conseguiu fazer quase tudo que um festival não deve fazer. O retorno para casa tendia a ser um pouco aflitivo, porque a multidão estimada em cerca de 80 mil pessoas parecia ter uns 20 mil a mais no momento do show da banda Phoenix.

Os cambistas vendiam ingressos nas imediações do Lollapalooza a até R$ 600. Havia uma certa displicência da CET e da polícia em coibir abusos. Manobristas paravam o trânsito já quase no portão principal do festival para oferecer vagas clandestinas de preços estratosféricos.

A fila para a chamada feirinha gastronômica ficou superlotada no início da noite deste sábado, 6, no festival Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos. Por volta das 19h, várias pessoas reclamavam da demora para comprar fichas nos caixas. Mesmo com a alta demanda, não houve falta de comida.

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