SERGIO CARVALHO/ESTADAO
SERGIO CARVALHO/ESTADAO

Lollapalooza, 2º dia: o que funcionou e o que não funcionou

Veja pontos positivos e negativos do último dia do festival

Julio Maria, O Estado de S. Paulo

29 Março 2015 | 17h35

Funcionou

Som. Apesar dos vazamentos desagradáveis de um palco a outro, a qualidade técnica de som aumentou muito. Não havia praticamente nenhum atraso de som (delay) para quem estava nos locais mais distantes do palco. E microfonias não existiram.

Serviços. Funcionaram tranquilamente, sem maiores filas nas ares de alimentação. A área também ficou limpa o tempo todo.

Deslocamento. Menos tenso, o que pode estar relacionado com o público mais baixo com relação ao ano passado.

Shows. Mesmo bandas menos conhecidas fizeram boas performances.

Gastronomia. Apesar dos preços, festival aprende com os norte americanos e investe em área de food trucks, com pratos bons e variados.

Sinalização. Melhorou em 100% com relação ao ano passado. Agora, dá pra saber em que palco se está pisando.

Não funcionou

Custo. Preços são o principal problema. É preciso um choque de realidade

Entretenimento. Pode crescer a área que ainda só conta com uma mini montanha russa e uma pista de patinação.

Segurança. Houve casos de furtos nas pistas. E o número de agentes era visivelmente pequeno.

Política de reembolso. A produção precisa repensar sua postura de não reembolsar ingressos de fãs que foram ver ao show cancelado de Marina and the Diamonds. Um equívoco achar que o fã vem ver o evento, não um show específico. 

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