Sergio Castro/Estadão
Sergio Castro/Estadão

Lolapalooza 2017: Tumultos nas laterais da plateia marcam início do Metallica

Com muito mais gente no Autódromo do que a área de palco Skol poderia receber, público 'transborda' e muitos desistem de assistir ao show

Julio Maria, O Estado de S.Paulo

25 Março 2017 | 21h42

Era muita gente, muito mais do que cabia no descampado em frente ao palco Skol. A impressão é de que era o dobro ou mais do público do Rock in Rio de 2015. Mesmo dentro do Autódromo de Interlagos, muitos fãs, isolados nas costas do mar vivo, ficaram sem poder enxergar o Metallica.

Mas todos ouviram quando o baterista Lars Ulrich fez a feroz entrada para a chegada de James Hetfield, às 21h10, com dez minutos de atraso. Os roqueiros de Los Angeles tinham, desta vez, um bom motivo para retornarem ao Brasil. Seu álbum mais recente, o duplo Hardwired... to Self Destruction, a quebra de um jejum de oito anos, é considerado um dos mais sólidos de sua carreira.

Havia tumulto na laterais da plateia, na área da pista de asfalto, onde muitos pensaram que poderiam ter uma vista melhor. Assim que o show começou, centenas de pessoas passaram a se movimentar às pressas para saírem dali ao perceberem que nada viam do palco. Por ser uma região de solo irregular, a pista não é continua, o que atrapalha a visão do palco. O Metallica deveria estar no Onix, que tem uma área de plateia maior. 

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