Mario Anzuoni/ AFP
Mario Anzuoni/ AFP

Lendário produtor Clive Davis relembra dor causada pela morte de Whitney Houston

'Formamos uma colaboração criativa desde o início, quando ela tinha 19 anos de idade, e escolhemos juntos cada canção que ela gravou'

Jayson Mansray, Reuters

02 Outubro 2017 | 13h00

Para o magnata musical Clive Davis, uma lembrança se destaca em sua carreira de seis décadas - a morte súbita de Whitney Houston, sua colaboradora de longa data.

O produtor musical e executivo ganhador de prêmios Grammy, tema do novo documentário Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives, conheceu a futura estrela quando ela ainda era uma cantora inexperiente.

“Whitney e eu formamos uma colaboração criativa desde o início, quando ela tinha 19 anos de idade, e escolhemos juntos cada canção que ela gravou”, contou Davis.

A própria Whitney recebeu seis prêmios Grammy ao longo de uma carreira de 25 anos, prejudicada por problemas com álcool e drogas e um casamento turbulento com o cantor Bobby Brown. Ela morreu em 2012, aos 48 anos, depois de se afogar na banheira de um hotel.

“Sua morte foi tão surpreendente e inesperada - existe uma analogia quando alguém é próximo de você, e me trouxe de volta a perda de meus pais - como você pode ser afetado por esta tragédia”, disse ele à Reuters.

“O filme deixa claro que eu poderia ter sido um pouco mais vigilante anteriormente. Mas assim que fiquei ciente da seriedade do vício de Whitney, eu agi”, acrescentou.

O documentário se aprofunda mais na carreira de Davis e traz entrevistas com outros artistas com os quais ele trabalhou, de Aretha Franklin e Alicia Keys a Sean “Puffy” Combs, Patti Smith e Paul Simon.

    

 

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