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Ladrão que furtou cabeça de banda não quer devolver

Arcade Fire teve peça de cena do seu show levada por homem que já foi identificado

Jotabê Medeiros, O Estado de S.Paulo

26 de março de 2014 | 13h13

Uma das cabeças gigantes que o grupo canadense Arcade Fire usa nos shows, durante a música-tema de seu novo disco, Reflektor, foi furtada no dia 18 de março em Bridgeport, Connecticut, Estados Unidos, e até agora não foi recuperada. O problema não é que a banda não a tenha localizado: é que o ladrão não quer devolver.

"O engraçado é que, mesmo sabendo onde está, temo que não vá ser fácil recuperar", afirmou agora há pouco ao Estado o baterista do Arcade Fire, Jeremy Gara. Os canadenses tocam no Lollapalooza Brasil no dia 6 de abril, um domingo, das 20h30 às 22 h.

O grupo tenta fazer a coisa de forma civilizada, sem apelar a expedientes mais drásticos. Logo após o furto, a banda divulgou um comunicado. "Essa máscara é uma das peças essenciais do nosso show ao vivo. Nós temos fotos do ladrão, mas, em vez de divulgá-las na imprensa, preferimos que a pessoa que furtou a máscara a devolva antes disso. Talvez tenha sido um daqueles erros inocentes de gente que quer levar uma lembrança do show", dizia a nota.

Uma semana depois, a pessoa que levou a cabeça ainda reluta em devolver. "Nós temos duas peças de reposição para cada cabeça. Mas cada vez que as embarcamos, enfrentamos problemas", diz Gara, que se disse animado em tocar no Lollapalooza Brasil. "Um dos melhores shows das nossas vidas foi o que fizemos no Lollapalooza de Chicago. Tocamos duas vezes lá. Quando eu tinha 18 anos, em Toronto, sonhava em ver minhas bandas favoritas nesse festival".

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