Fábio Motta/Estadão
Fábio Motta/Estadão

Korn dá aula de como fazer metal sem vocais guturais e guitarras embaralhadas

Banda encerrou as atividades o Palco Sunset neste sábado, 19

Pedro Antunes , O Estado de S. Paulo

19 de setembro de 2015 | 21h39

RIO - É preciso tirar o chapéu para o Korn. A banda subiu ao Palco Sunset, o secundário do festival, neste sábado, 19, para provar que um bom rock pesado não precisa ser embaralhado.  É cru na essência, sem recorrer às facilidades.

Banda tradicional do nu metal dos anos 1990 tomou de assalto o Rock in Rio da forma como a multidão que esperava por Jonathan Davis enquanto o Gojira ainda estava no Palco Mundo.

Todo o peso do metal esteve ali. Os atalhos do thrash metal não foram necessários. Guitarras e baixo conduziam o peso na medida certa, enquanto Davis era o grande maestro daquele rock sombrio. Há harmonia nos vocais, frases compreensíveis e a entrega já esperada.

Se o Korn estivesse no palco principal do festival, certamente ninguém teria reclamado. 

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