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KeSha sai do conforto e mostra mais vulnerabilidade em 'Warrior'

Cantora diz que álbum é mais 'cru', com menos uso de truques e alterações vocais

PIYA SINHA-ROY, Reuters

28 de novembro de 2012 | 14h09

A estrela do pop Ke$ha ficou famosa com sucessos dançantes de pop que grudam na cabeça, mas essa cantora e compositora está saindo de sua zona de conforto do Auto-Tune no álbum Warrior, que estreia esta semana.

Ke$ha, 25 anos, invadiu as paradas com canções de sucesso sobre bebidas, festas e diversão, como TiK ToK e Your Love Is My Drug, de seu disco de platina Animal, de 2010.

Ke$ha falou com a Reuters sobre as pressões para dar continuidade ao sucesso de seu primeiro álbum e responder a seus críticos.

Você sentiu alguma pressão adicional ao trabalhar neste álbum após o sucesso de seu disco de estreia, Animal?

Todo mundo fica me perguntando sobre pressão, e eu acho que muitas outras pessoas talvez estejam sentindo a pressão sobre o disco, mas eu só quero fazer um bom álbum. Se eu sentasse e tentasse fazer um disco número 1, isso acabaria me consumindo. Eu só quero fazer um disco incrível, fantástico, que eu amo e que meus fãs amem. 

Houve alguma coisa que não te deixou feliz no primeiro álbum e que você queria mudar para o segundo? 

Eu só queria ter certeza que minha personalidade inteira fosse apresentada de forma mais precisa. Eu sinto que as pessoas realmente conheceram o meu lado super selvagem, mas algumas vezes um lado mais vulnerável. Eu realmente não me senti à vontade para expressá-lo. Então, dessa vez, eu meio que me forcei a expressar um pouco mais de vulnerabilidade, menos uso de Auto-Tune, menos truques vocais. É um pouco mais cru.

Você recebeu muitas críticas pelo uso do Auto-Tune, mascarando sua verdadeira voz de cantora. Isso foi uma crítica válida para você, quando muitos outros também usam?

Eu me lembro de ter esta conversa com o meu produtor, e ele dizendo ‘nós estamos usando muitos truques vocais', e eu disse: 'As pessoas vão me conhecer conforme a minha carreira segue, eu só quero que soe muito estranho, legal, como na balada, agora, e super eletrônico'. Eu tomei uma decisão consciente de usar o Auto-Tune para efeitos.

Desta vez, eu ouvi tantas pessoas diferentes dizendo que eu não sei cantar, que é francamente irritante, então eu... fiz um álbum acústico de cinco músicas (Deconstructed, a ser lançado em 4 de dezembro), que é meio que eu mostrando o dedo do meio para todas aquelas pessoas que diziam que eu não podia cantar, e há mais da minha voz neste álbum. Você sabe, odiadores vão odiar, você só tem que fazer o que você quer fazer.

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