Randall Hill/ Reuters
Randall Hill/ Reuters

Kanye West lança vídeo de campanha à presidência dos EUA; assista

O rapper, no entanto, perdeu o prazo para concorrer ao cargo e aparecer na cédula eleitoral do estado de Wisconsin

Redação, O Estado de S.Paulo

13 de outubro de 2020 | 04h36

Com foco na religião e na família, o rapper Kanye West divulgou nesta segunda-feira, 12, um vídeo oficial de campanha à presidência dos Estados Unidos. O cantor, no entanto, perdeu o prazo para concorrer ao cargo e aparecer na cédula eleitoral do estado de Wisconsin. Ele descumpriu a data limite para a entrega dos documentos em 14 segundos. 

Nas imagens, Kanye pede para que os apoiadores escrevam seu nome nas cédulas de voto. Segundo a Reuters, o rapper, que lançou campanha à Casa Branca em julho, com declarações erráticas em suas contas de mídia social, chega a constar na cédula oficial de voto em alguns estados dos EUA, mas não tem chance matemática de vencer.

"América. Qual o destino da América? O que é melhor para nossa nação? Para nosso povo? O que é justo? Justiça verdadeira? Temos de pensar nessas coisas todas juntos como um povo. Para contemplar nosso futuro, merecer nosso sonho, nós devemos ter visão", diz o artista. 

O vídeo foi o primeira grande passo de Kanye, um dos maiores apoiadores famosos do presidente Donald Trump, para ser considerado um sério candidato à presidência. Alguns analistas políticos acreditam que a candidatura do cantor poderia desviar alguns apoiadores negros do democrata Joe Biden na eleição presidencial.

Kanye gastou cerca de US $ 5,8 milhões em sua campanha este ano, de acordo com um registro da Comissão Eleitoral Federal. A maior parte do financiamento vem de um empréstimo de US $ 6,7 milhões dele mesmo.

Seu site kanye2020.country traz anúncios de moletons, bonés e camisetas que variam de US $ 40 a US $ 160 e também estabelece uma plataforma política de 10 pontos que inclui reforma da Polícia e da Justiça, redução da dívida estudantil e reestruturação do sistema educacional para melhor servir as pessoas vulneráveis. Com informações da Reuters

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